terça-feira, 29 de setembro de 2015

Jayne Mansfield está em casa

Discrição não é a coisa mais obvia a se procurar na Hollywood Boulevard, mas a mansão de Jayne Mansfield é um capítulo à parte. Conhecida como “Palácio Rosa”, atraiu um fotografo da revista Life.

Como estava casada com o fisiculturista Mickey Hargitay, as imagens são da primeira metade da década de 60. Perceba como o casal era uma dessas duplas fitness tão comuns hoje em dia.
"I Love You, Jayne".  Apaixonados, até os ladrinhos da piscina em forma de coração lembram isso. O Mister Universo 1955 é pai de três dos cinco filhos de Jayne, incluindo a atriz ganhadora do Emmy Mariska Hargitay.
E kitsch todo mundo gosta, mas vamos combinar que um banheiro assim, de pelúcia cor de rosa deve dar um trabalhão pra limpar. Rinite? Não trabalhamos!
Curti mesmo aquele sofá ali combinando com as almoçadas nuns tons de cor que lembram o interior da garrafa da Jeannie. E a varandinha dourada? Toda estrela volta e meia precisa surpreender seus convidados com uma entrada triunfal.
Pra quem começou a carreira conquistando títulos do tipo Miss Queijo Rockford, devia ser bom pro ego uma escada só com capas de revista que estamparam seu rosto. Revistas do mundo todo!
O ninho de amor até que é bem discreto, não? Mas não vamos nos iludir. Esse imóvel tinha 40 quartos! Deve ter algum outro bem mais extravagante.
Mais corações até nesse tipo de churrasqueira. A série de fotos não mostra (ou ainda não existia), mas Jayne, louca por animais, teve um mini zoo em casa com tigres e tudo. Quase aconteceu uma tragédia com uma de suas crianças.

Ainda assim, conte quantos cachorros aparecem em todas as fotos, em todos os cômodos. Muitos!!
E o escritório todo em coro almofadado vermelho parece ser o escritório. Imagino que gente calminha devia trabalhar nesse ambiente...

Quando Jayne e Mickey se separaram em 1964, ela continuou morando na casa, inclusive com o próximo marido Matt Cimber. Ficou lá até sua precoce morte num acidente rodoviário em 1967.

Os filhos não quiseram voltar a morar lá novamente, passando a ser alugado pelo espolio Jayne Mansfield para inúmeras celebridades e depois vendido. Morou ali o ex Beatles Ringo Starr e Mamma Cass Elliot do Mamas and Papas.

Houveram especulações/fofocas a respeito de manifestações fantasmagóricas com os futuros inquilinos. Coisas como o Ringo Starr ter mandado pintar as paredes de branco e logo elas ressurgirem misteriosamente de cor de rosa.

O último proprietário foi o cantor anglo-indiano Engelbert Humperdinck que garantia enxergar o espírito de Jayne Mansfield. Após se dizer feliz morando lá por 26 anos Humperdinck decidiu vender o imóvel com a garantia de que ele não fosse demolido, pedido que não foi respeitado ainda naquele ano.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Trágica e espetacular morte do inventor do paraquedas

Por mórbida ironia, um dos inventores do paraquedas, Franz Reichelt, faleceu testando o equipamento diante de câmeras em 1922. Ele tinha 33 anos de idade quando saltou para a morte do alto da Torre Eiffel.

O feito entrou pra história numa época em que haviam poucas câmeras registrando o cotidiano da humanidade. Em quatro de fevereiro daquele ano ele conseguiu a autorização a prefeitura de Paris para usar o monumento a fins de testes, coisa que só havia feito com o uso de manequins.

Assista ao vídeo completo no player abaixou ou clicando aqui. Algumas pessoas podem achar chocante.
No final do vídeo se vê alguém medindo a profundidade do chão após o impacto do corpo. Cerca de 15 centímetros.

Natural da Áustria e fixo na França como alfaiate, Franz estava absolutamente seguro de que seu invento funcionaria, chegando a teimar com os amigos que tentaram lhe dissuadi-lo até alguns minutos antes do pulo fatal. Enquanto subia as escadas que davam acesso ao primeiro estágio da torre ele parou, virou-se para a multidão, levantou a mão e desejou-lhes um alegre “Até breve!” (bientôt À).

A imprensa da época repercutindo a tragédia
Naquela manhã fria ele já chegou devidamente vestido aos pés da Torre Eiffel, o que gerou dúvidas a cerca do que a prefeitura alegou em meio ao escândalo da sua morte. Em comunicado oficial, o prefeito negou veemente ter dado permissão para o salto, pensando que Franz fosse usar apenas manequins.

Nos jornais houve especulações sobre sua sanidade mental,  nenhum indicou possível tentativa de suicídio. Alguns dos amigos afirmaram que era a forma de Franz Reichelt conseguir atenção e conquistar patrocínio para se dedicar ao aperfeiçoamento do equipamento antes da patente expirar.

Quando os populares correram até seu corpo ele já estava morto, levado ao hospital, a autópsia concluiu que Franz Reichelt tinha morrido de um ataque cardíaco durante a queda, antes de chegar ao chão. O jornal Le Figaro noticiou que seus olhos estavam arregalados de horror.

Com algumas informações e imagens de Flashback


Veja também:
Loja exibe na vitrine noiva cadáver (de verdade?)
O homem que enganou o Papa
A verdade por traz de Monga a Mulher Gorila

Mágico morto no palco

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Peter Capaldi, o Doctor Who, declara seu amor a Peter Cushing, o Doctor Van Helsing

 A revista SFX de novembro trará uma declaração de amor de Peter Capaldi ao ator Peter Cushing. Capaldi é o 12° Doctor na série de TV Doctor Who e Cushing foi o Doctor em duas produções para o cinema na década de 60.

Cushing também foi um dos principais astros do estúdio britânico Hammer, sendo o mais importante a interpretar Van Helsing. O atual Doctor Who assume o veterano ator como uma inspiração profissional.

"Eu amo Peter Cushing. Não importa quão ruim é o filme onde ele está sempre entrega todas as suas linhas de texto com grande graça e verdade. Obviamente tinha uma pilha inteira de coisas que ele fez, que ele aprendeu, que talvez alguém o tenha ensinado a fazer para ajudá-lo a obter o resultado em discursos longos. E uma coisa que ele sempre fazia é ascender o cigarro. Sempre que ele faz um discurso como ‘O lobisomem é uma criatura que aparece na lua cheia ', ele vai abrir a caixa de cigarro, pegar um cigarro e ascender. Aconteceu de eu estar falando sobre a múmia em ‘Mummy on the Orient Express', e eu pensei bem, eu não posso usar um cigarro - Doctor Who não fuma - Mas eu vou conseguir uma cigarreira e colocar jelly babies nela!”.

Esse episódio da múmia que Peter Capaldi se refere é o oitavo da oitava temporada (2014). Na época foi notada a referência ao quarto Doctor (Tom Baker de 1974 a 1981) que tinha como marca o vício em jelly babies, um tipo de bala de goma parecida aqueles ursinhos, mas afinal, ia mais além.

Capaldi continua: "Ele é um ator maravilhoso, muito subestimado, muito subestimado, mas amado. Eu acho que ele tinha muitos métodos interessantes. Lembro-me sempre do final de Drácula. Ele captura Drácula ao amanhecer. É no castelo de Drácula, e o roteiro dizia apenas para ele puxar as cortinas para deixar a luz do sol entrar. Mas ele disse: 'Não, eu quero saltar sobre a mesa, correr ao longo da mesa, saltar e ir para baixo com as cortinas!' Eles disseram: 'Oh, ok, se você quiser tentar ...' E ele fez isso e ficou fabuloso. Então isso é o que eu tentei fazer no outro dia. Elas disseram: 'Você vai lá e salta sobre o Zygon ... ' Eu disse, 'Eu prefiro saltar sobre um mesa e, em seguida, saltar sobre o Zygon!'".

Ele se refere ao épico final de O Vampiro da Noite (Dracula, 1958 de Terence Fisher). Uma das sequencias mais marcantes da infância de memória afetiva de muita gente.
Peter Cushing fez muitos outros personagens além do doutor Van Helsing na Hammer, sendo sua interpretação de barão de Frankenstein iconográfica na série de filmes do estúdio com o monstro de Mary Shelley. Mas é como Van Helsing que se mostra pleno como ator, uma mestre da interpretação num personagem tão surrado.

Não dá pra dizer que ele é o herói contra o malvado Drácula, subvertendo o jogo ao demonstrar gana igual por sangue quando martela suas estacas. Seria Van Helsing um louco escondido na fé cristã?

Veja também:

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Bela Lugosi como você nunca viu: COLORIDO!

Com uma filmografia que foi da década de 20 a 50, Bela Lugosi ficou imortalizado apenas em preto e branco. Exceção é Morto de Medo (Scared to Death, 1947 de Christy Cabanne), único filme protagonizado por ele em cores.

Em 1930 Lugosi apareceu em Noites Vienenses (Viennese Nights de Alan Crosland), mas era uma pequena participação, além do processo de cores da época ser bastante arcaico. Morto de Medo é fotografado em “Natural Color”, um processo eficaz, mas mais barato que o usual Tecnicolor.

A partir da metade dos anos 40 e principalmente nos 50, filmes com mais apelo comercial eram coloridos, sobre tudo para competir com a TV. O ator, muito conhecido por ter interpretado Drácula em 1931, se manteve alheio a essa tecnologia por fazer filmes de baixo orçamento, além, claro, de ter morrido antes da popularização da cor no cinema.

Você pode conhecer toda a incrível trajetória dele rumo ao obscurantismo clicando aqui. Frisando que hoje existem muitos trabalhos que ele estrelou colorizados digitalmente, mas em Morto de Medo foi originalmente produzido com cores.

O filme está em domínio público e disponível para download legal no Internet Archive. Infelizmente sem legendas em português.

Tim Burton já contou sobre o quão difícil foi encontrar realismo na maquiagem usada por Martin Landau para recriar Bela Lugosi em Ed Wood (1994). Aí eles se tocaram que nunca tinham visto o ator a cores e este foi um dos motivos para rodar o filme em B&W, coisa que não era comum na década de 90.

A percepção técnica era real e Ed Wood levou dois Oscars, maquiagem e ator coadjuvante para o incrível Martin Landau. Merecidos, mas poucos para uma obra-prima e aí já é outra história.


Há casos de astros “em preto e branco” por motivos diferentes aos de Bela Lugosi. Jean Harlow, por exemplo, ícone platinado que faleceu antes da popularização do cinema colorido, vista apenas nas capas de revista em processos rudimentares de colorização.

Veja também:
Uma vida em tons de cinza
Em glorioso preto e branco
Celeste Holm conhece a cor
Marilyn agora em cores!!!
Quanto menos cor melhor
E filmes B colorizados são toleráveis?


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Lynda Carter tenta ser maravilhosa cantando

E não seria a Mulher Maravilha a passar incólume pelo onda disco na década de 70. Logo no primeiro episódio da terceira temporada (1978) colocaram o galã adolescente Lief Garrett pra cantar.

A canção "I Was Made for Dancing" saiu simultaneamente num compacto promovendo o rapaz e 16 episódios depois foi a vez da própria Mulher Maravilha aparecer soltando a voz. Assista no player abaixo às partes em que ela canta no episódio “Amazon Hot Wax”.
Como desculpa, a heroína estava disfarçada de cantora para desbaratar uma quadrilha que agia na indústria fonográfica. Ao mesmo tempo a atriz Lynda Carter estava se lançando como cantora com o álbum Portrait.

As duas músicas executadas no episódio faziam parte do disco: "Want to Get Beside You" e "Toto (Don't It Feel Like Paradise)".  Por muitos anos foi comum as gravadoras se aproveitarem de sucessos em outras áreas para arriscar novas carreiras musicais.

Antes de ficar mundialmente conhecida no seriado Lynda Carter já havia tentado cantar, portanto, o convite deve ter sido irresistível. Ela co-escreveu três das 10 faixas.

O disco teve produção de Vini Poncia , nome responsável por nomes como The Ronettes, Kiss e Ringo Starr. Carter apareceu em vários programas de TV martelando o single “All Night Song”, que você ouve no player abaixo ou clicando aqui.
Com o perdão do trocadilho, não é nada maravilhoso, mas também não faz feio. Parece música de FM comum, sem atrativos maiores, isso, claro, pra quem não é fã e desconhece quem está cantando.

Algumas informações são um oferecimento MeTV

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Que Horas Ela Volta? Boa pergunta!

 Talvez a coisa mais interessante de Que Horas Ela Volta? (2015) de Anna Muylaert não seja mostrado, apenas dito. A escola que a filha da doméstica estudou era boa? Era péssima!  Mas ela teve um professor de história ótimo.

Sensível, sem muita pressa, Muylaert vai fazendo a sua parte. Entretendo! Talvez a coisa mais interessante de Que Horas Ela Volta? é ser um filme extremamente acessível.

Cinema brasileirinho sempre é assim: Ou é uma coisa constrangedoramente idiota pra alcançar um público amplo, ou é aquela coisa árida, hermética pra meia dúzia de gatos pingados quando quer tocar em questões importantes da nossa sociedade.

Parece que aqui chegaram a um consenso, começando pela presença de Regina Casé encabeçando o elenco. Casé se tornou muito popular como apresentadora de programa de auditório e isso se tornou um trunfo, embora gente com mais memória soubesse que atriz fantástica ela também é.

O filme é sobre a corriqueira vida cotidiana de uma família classe alta do Morumbi em São Paulo. Pessoas de bem que têm a doméstica (meio babá), como se fosse da família. As coisas não são tão transparentes assim quando a filha da mesma chega do nordeste para prestar vestibular numa universidade pública.

Com personagens bem definidos como a própria história retratada, a diretora escapa sempre que pode de estereótipos maniqueístas. Parece coisa de novela, muitos apontaram, mas qual micro cosmo dos mais ordinários não parece coisa de novela, veículo tele dramatúrgico que explora o comportamento do país há décadas?

Quem viu apenas vilania e bom mocismos neste ou naquele personagem não deve ter assistido ao mesmo filme. Há um pacto silencioso de convivência onde nem todos os lados parecem justificados que vai além da relação entre patrões e empregados, mas da negação do outro como indivíduo.

Uma história de pessoas que não se enxergam. Cômico, leve, triste e com um gostinho amargo que nem o melhor dos sorvetes (aquele do Fabinho) ajuda a dissipar. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

10 capas de VHS bem estranhas do Japão

Estranhas no sentido de nada usuais. Muitas delas chegam a ter teor artístico bem mais elevado do que o filme que embalavam.

Todas elas foram escaneadas e publicadas lindamente por Ghoul Basement e Japanese VHS Hell. Todas são de cinema fantástico com monstros, zumbis e coisinhas do tipo.

Não há gente que entenda mais de impacto gráfico do que japoneses. Isso é fato!

The Galaxy Invader (1985 de Don Dohler)
Essa capinha lembra bastante o Roger, aquele alien de American Dead. Só que essa arte é bem mais antiga, claro.
Sexta-Feria 13 (Friday the 13th, 1980 de Sean S. Cunningham)
Cadê sangue, facadas, violência? Japoneses também sabem ser desconcertantes.
Fome Animal (Braindead, 1992 de Peter Jackson)
Tão sexy que mais parece um thriller erótico. A enfermeira que aparece no filme não tem um terço dessa sensualidade, mas né? Ficou bacana!
Catastrophe 2 (ザ・カタストロフィ 2, 1985)
Espécie de Faces da Morte do Japão, só com cenas de catástrofes.
Holocausto Canibal (Cannibal Holocaust, 1980 de Ruggero Deodato)
Um empalamento belíssimo. "Também somos conhecidos como discretos, minha senhora!"
Noite Infernal (Hell Night, 1981 de Tom DeSimone)
Todo o destaque na Linda Blair que o poster oficial tinha era pouco. A arte "original" aparece ali no destaque da contracapa.
A Noite do Terror Rastejante (Squirm, 1976 de Jeff Lieberman)
Obra de arte!
A Volta dos Mortos Vivos (The Return of the Living Dead, 1985 de Dan O'Bannon)
Zumbi putrefato diante de um aramado cyber 80's. <3
A Virgem e os Mortos (A Virgin Among the Living Dead, 1973 de Jesús Franco e Jean Rollin)
Aqui eu acho notável a contra-capa tão nipônica quanto a arte da capa é européia.
O Monstro de Duas Cabeças (The Thing with Two Heads, 1972 de Lee Frost)
Me engana que eu gosto. "Que capa maravilhosa, esse filme deve ser massa!"
Bônus 
Zombie – O Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead, 1978 de George A. Romero)
Premio especial, categoria "Ué!". O nome de Dario Argento (um colaborador), não do diretor Romero em destaque.

Em algum momento da década de 80, Argento foi muito mais popular do que o George A. Romero. Há uma outra versão dessa capa em VHS igualzinha só que com o nome do Romero ali em cima.

Essa aí seria uma montagem do filme assinada por Argento. Há bom...

Veja também:
Andy Wahrol e TDK
Dona Flor no Japão
Almodóvar no japão
Os Goognies encontram Ash

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Dando vida a monstros

 A gente imagina o trabalhão que deve dar fazer animações stop motion, ou quadro a quadro, mas vendo parece ainda mais incrível. No gif uma demonstração em timelapse do mestre Ray Harryhausen em ação.
O esqueletinho é do filme Jasão e Os Argonautas /Jasão e o Velo de Ouro (Jason and the Argonauts, 1963 de Don Chaffey) que Harryhausen considerava seu melhor trabalho. A sequencia dura pouco mais de três minutos e consumiu quatro meses para ficar pronta.

No filme não é apenas um esqueleto, mas um exército deles! Assista a um trecho (com áudio adulterado) no player abaixo.

Ainda é de incrível impacto! Tão marcante que até hoje inspira artista de computação gráfica, conforme você vê clicando aqui 

A primeira imagem é um oferecimento Reddit

Veja também:
Biografia de Ray Harryhausen
Imortal exército de esqueletos
Longa vida ao Stop Motion
O monstro que nasceu pra ser feliz

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

E Joan Crawford, Madonna?

De todos os memes com a Joan Crawford e Bette Davis circulando pelo Facebook (e não são poucos), esse é o mais engraçado. Cruel, mas engraçado!

A pergunta que todo mundo já deve ter se feito: “Afinal, porque não tem menção a Joan Crawford no rap de Vogue?”. Só Madonna poderia nos responder.

Oito anos depois (1998), Madonna reverenciou Joan Crawford no clipe de “The Power of Goodbye”.  A segunda parte da historinha é quase a reprodução quadro a quadro de uma cena de Acordes do Coração (Humoresque, 1946 de Jean Negulesco).

 Não dá pra comentar nada sobre a sequencia reproduzida por motivo de... SPOILER! A proposito, filme maravilhoso em que Joan é uma grã-fina míope, casada e adepta a um bom Martini que acaba se envolvendo com musico pobretão muito mais jovem.
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