sexta-feira, 28 de junho de 2013

Vida que imita a arte (plástica)


O recurso de enfaixar a cara do personagem, amplamente utilizada pela ficção, não poderia ficar de fora dor reality shows!  Atenção à imagem retirada do promo de Joan & Melissa: Joan Knows Best? que o canal E! martela em sua programação:


Se fosse ficção científica, por exemplo, poderíamos ter a partir daí uma reviravolta na trama. Num show de realidade pouquíssimo mistério na retirada das ataduras.

 Joan Rivers (80 anos recém completos) tem a mesma aparência desde 1900 e lá vai fusquinha. Pelo menos, desde que começou a fazer suas alardeadas 700 plásticas (link off).

E Melissa, a filha, é muito parecida com ela hoje, não com as fotos P&B da mãe. Resultados de intervenções cirúrgicas devem transpassar por DNA...

A primeira imagem é um oferecimento Vintage Illu.




quinta-feira, 27 de junho de 2013

De vixen desmerecida a rainha do submundo

Rumo a seu lugar ao sol, há quem entra pela porta dos fundos, outros pela da frente e ainda as que pulam a janela. Pam Grier se encaixa no último caso.

Oficialmente, inclusive na filmografia do IMDB, ela teve a sorte de estrear num filme de Russ Meyer. De Volta Ao Vale Das Bonecas (Beyond the Valley of the Dolls, 1970) ainda foi a chegada do ousado diretor independente a um grande estúdio de Hollywood.

E... Não aconteceu NADA com ela! Pam Grier foi apenas uma entre tantos figurantes numa das sequências de festa.

 É mais fácil encontrar o Wally do que a Pam Grier ali. As imagens dela neste post são do material promocional da Fox, não são stills, que foram bem mais generosas do que na hora de editar o filme.

E mais incrível! Ela foi creditada no elenco como qualquer das atrizes embora nem um close receba. “Pamela Grier” é a Mulher Quatro.

Quem diria que cinco anos depois esta “Mulher Quatro” se tornaria a maior estrela do Blaxploitation indo parar na capa da New York Magazine como a Deusa Sexy 70’s? Veja clicando aqui.

 E o resto do elenco com texto e tudo tomaria chá de sumiço até serem resgatados na atualidade por terem trabalhado com o diretor Cult. Pam Grier riu por último!

Veja também:
Tura Satana por Billy Wilder 
Sim! Deusa sexy seventies
Pam Grier: Fox Me!


terça-feira, 25 de junho de 2013

Pausa para nossos comerciais


A criança que há em mim morreu de invejinha desse capacete de Super Dínamo. Imaginável o consumismo lancinante que as crianças da época sentiram ao ver este anúncio de doces.

Super Dínamo foi exibido na Tupi no começo da década de 70, sendo um dos primeiros animes a aportar aqui. Por incrível que pareça, era uma sátira ao Superman, tanto que seu nome original é Pāman, ou Perman (sem “su”).

Criado em 67 pela dupla Fujiko Fujio, espécie de Hanna-Barbera do Sol Nascente, o personagem tem muito de Astro Boy de Tezuka. Embora seja gato Doraemon, também da dupla,quem tenha quase os superpoderes do menino robô.

A imagem é um oferecimento thatseurobeat


segunda-feira, 24 de junho de 2013

De Palma está vivo. Viva De Palma!

Quando aquele nosso lado tiete obsessivo (a lá Misery?) fica em paz. Brian De Palma voltou a dar no couro com Passion (2012), do jeitinho que a gente gosta.

Ele trabalhou pouco nos últimos 20 anos, em coisas distantes do brilho das décadas 70 e 80. Aflitivo viver num mundo onde cineastas que a gente curte simplesmente perderam a mão.

 Passion, remake do francês Crime de Amor (Crime d'amour, 2010 de Alain Corneau) é o velho De Palma levando o jovem De Palma num giro pelo lado mais sombrio da Europa elegante. Enfim, o cineasta de novo no universo das (falsas) aparências que dominava tão bem.

Ainda retoma a parceria com o músico Pino Donaggio, desfeita em 1992 com Síndrome de Caim (Raising Cain). Nenhum outro compositor é tão marcante ao cineasta quanto Donaggio, embora só tivessem trabalhado juntos em quatro produções.

A fotografia fria parece familiar e realmente é! Ficou a cargo do espanhol José Luis Alcaine, habitual colaborador de Pedro Almodóvar em filmes como A Má Educação (La mala educación, 2004) e A Pele Que Eu Habito (La piel que habito, 2011).

De uma a dez estrelinhas eu daria oito!

Veja também:
A razão do meu afeto


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Tutorial: Lauren Bacall look

Fã que é fã não se contenta em gostar, tem que ficar a cara do ídolo! Com este passo a passo qualquer uma poderia ficar a cara de Lauren Bacall (pelo menos as garotas de rosto longo, segundo o livro).

Esse penteado da senhora Bogart é quase uma variação do peek-a-poo de Verônica Lake. Tão 40’s, também era o que a Joan Bennett usava, eternamente com carinha de quem saiu do banho...

Na imagem ao lado, Adele Mara num "glamouroso casual", seja lá o que isso signifique. Hoje parecem ser palavras quase opostas.

E voltando às tietes wannabes, já postei aqui sobre o livro Jacqueline Touch, todinho com os penteados da Primeira Dama Jackie O.. É quase um daqueles gráficos ensinando a montar o Cubo de Rubik, só que com bobs.

Num sebo me deparei com Faça Você Mesma Seu Penteado Moderno – “Os mais sugestivos modelos, inclusive o famoso "Cleópatra"”. Realmente é bem moderno, visto de reproduzia o visual de Liz Taylor, Annette Funicello e qualquer outra estrela 60’s.

Imagino a cara dos maridos da época chegando do trabalho e vendo que sua esposa além de preparar a janta ainda se transformou numa estrela de cinema! Se é que havia tempo pra assar o bolo de carne e ainda arrumar o cabelo.

As imagens são um oferecimento Vintage Vitória.

Veja também:
Fique A CARA da primeira dama!
"Faça você mesma o seu penteado moderno"

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Nem só de twist viveu o rock

Mas apenas o twist sobreviveu à posteridade. Pelo menos eu jamais tinha ouvido falar de qualquer uma destas danças além dele.

O que a gente chama de dancinha em filme do Elvis ou Russ Meyer tinha cada qual um nome. Todas promovidas pelos dançarinos do programa Hullabaloo, exibido na ABC entre 1965 e 1966.

Além das figurinhas 3D lenticular acima e ao lado, dá pra achar alguns exemplos no You Tube, mas sem ler a discrição seria difícil identificar cada uma. O Freddie mesmo possui vídeo com a bandinha britânica Freddie and the Dreamers.

Parece que foi o único hit deles embora "Do the Freddie" (cuja letra mandava as pessoas dançarem o tal Freddie) embora conquistaram boa posição no top ten dos EUA.

Para fazer o Freddie, segundo a Wikipédia, “simplesmente fique no lugar, então, no ritmo da música primeiro estenda a perna esquerda e o braço esquerdo, em seguida, a perna direita e o braço direito. Repita até a conclusão da canção.” Nada muito elaborado como qualquer coisa que venha do nosso carnaval baiano...

Nunca realmente decolou, mas ressurgiu na década de 80, junto a tantos outros modismos bizarros 60’s, relembrados na década. Começou sendo citada na comédia Confusões em Beverly Hills (Troop Beverly Hills,1989 de Jeff Kanew) com Shelly Long e foi parar nas garras de Freddy Krueger.

Freddie obviamente se tornou Freddy no álbum Freddy's Greatest Hits. Versão esta, por incrível que pareça, muito mais suave do que a original que não deve ter gerado dancinha.

A primeira imagem é um oferecimento Wacky Stuff

Veja também:
Casatschok – A Nova Dança Sensação

terça-feira, 18 de junho de 2013

Num mercadinho perto de você!

Amigo Alan Oliveira foi ao supermercado, encontrou a Tieta e enviou a foto pra mim. Por um instante ele pensou ter regressado a 1989!

E outro dia mesmo me deparei com a Claudia Raia vendendo esponja pra lavar louça e já foi incrível. Tropeçar na Betty Faria em tamanho natural é mais luxo ainda.

Muito amor pela volta destes displays de. Lembra quando a Sheila Carvalho mostrava o traseiro em todas as esquinas que tinham banca?

Falando nisso, só os com mais de trinta entenderão, foi Betty Faria quem me ensinou o significado da palavra derrière. Apenas!

 Ela de vestido longo vendendo chocolatinho entre secos e molhados soa como colírio aos meus olhos. Sou alérgico à iguaria, portanto, não compraria, porém simpatizei com a marca pela campanha.

Que a publicidade entenda que diva não tem prazo de validade. A presença delas é sempre uma festa.


Onde só os cinegrafistas fortes sobrevivem

Em faroeste só os câmeras deviam sofrer mais do que cavalos e dublês (de índios)! É visível o risco eminente durante as filmagens de Rastros do Ódio (The Searchers, 1956 de John Ford).

 Pelo menos no making off nada é dito sobre algum deles ter ficado seriamente ferido. Mas uma boa patada equina em alta velocidade não deve ser algo suave de se levar.

Se bem que a câmera era um trambolho tão grande que pode até protegê-lo. Salvo pelo VistaVision!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Revista Playboy estaria com os dias contados

A noticia de que a Playboy brasileira encerraria suas atividades (link off), mesmo muito longe dos tempos áureos em que desnudava celebridades, foi o susto do dia. A culpa deve recair na farta sacanagem free da Internet.

Suspeitássemos que este dia chegaria desde a primeira vez em que digitamos WWW alguma coisa com intuito nada cristão. Roberto Civita, finado todo poderoso da Abril, em uma entrevista no começo da década passada disse que não estava preocupado com a Internet porque não vendia papel, mas informação.

No caso da Playboy, acompanhamos nos últimos anos o que parece ser caso de mexida em time que está ganhando. Foi se distanciando da estrutura que não só a consagrou como a distinguia até da matriz norte-americana.

Em miúdos, o desfecho começou a parecer inevitável quando insistiu em exibir qualquer moça na capa. Virar playmate brasileira tornou-se façanha comum a qualquer uma que participe de reality show ou apareça saliente na mídia, o que não gera a menor expectativa em potenciais consumidores.

Ué, se for pra ver gente comum pelada, existem quilos disso de graça na Internet. Nos primórdios, mulher famosa (que é bem diferente de mulher falada...) era o diferencial entre Playboy e o batalhão de revistinhas suecas mais baratas e mais ousadas que existiam nas bancas.

As atuais habitués fizeram existir opções pra tirar a roupa: Playboy ou a prima pobre Sexy? Sinal de que o simples fato de ser coelhinha não comove mais ninguém, não representa um degrau a mais de status.

O mais interessante é que o final da revista derruba de vez o mito (tratado como piadinha) de que era consumida pelo conteúdo intelectual. Mas, claro, sempre haverá quem suspire de saudade pelas páginas e mais páginas de papel couché que vinham antes e depois do pôster central.


Claudia Raia numa das vezes em que apareceu na Playboy.

Um leitor que terá saudade das entrevistas da Palyboy.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Profunda vertigem: Symeoni VS. Bass

Assinado por Sandro Symeoni, o cartaz local de Prelúdio para Matar (Profondo Rosso, 1975 de Dario Argento) teve uma pegada Saul Bass. Muito diferente do estilo realista abstrato utilizado pelo artista para centenas de outros filmes.

São várias referências ao cartaz de Bass para Um Corpo Que Cai (Vertigo, 1958 de Alfred Hitchcock). Talvez porque em sua fase giallo, Argento era comparado a Alfred Hitchcock.

As obras de ambos são tão distintas que, creio, seja comparadas pelo apreço por crimes como temática principal e um fantástico apuro técnico/narrativo. Reza a lenda que o velho Hitch viu e aprovou Prelúdio para Matar.

“Agora sim, surgiu alguém com quem tenho que me preocupar.”, teria dito o senhor em vias de se aposentar. Diretamente, Argento dirigiu o telefilme Ti piace Hitchcock? em 2005, um giallo banhado de homenagens ao mestre.

Para o mercado norte-americano (aka resto do mundo) o filme se chamou Deep Red e o cartaz foi muito parecido ao que Symeoni fazia normalmente. Com citações comparativas de O Exorcista (The Exorcist,1973 de William Friedkin), Tubarão (Jaws, 1975 de Steven Spielberg) e... Psicose (Psycho, 1960 de Alfred Hitchcock)!

Post inspirado em Pulp International

Veja também:
Irmãos de sangue


quinta-feira, 6 de junho de 2013

R.I.P. Esther Williams

A fabulosa Esther Williams faleceu hoje (6) aos 91 anos na Califórnia (EUA). Era uma das últimas super estrelas de Hollywood ainda vivas, embora aposentada desde 1963.

Nadadora profissional foi contratada pela MGM na década de 40
para uma série de musicais. Sem ser cantora ou dançarina, nadava, chamando atenção pela variação que impôs ao gênero durante sua era de ouro.

Williams e produções como A Filha de Netuno (Neptune's Daughter, 1949 de Edward Buzzell) e Escola de Sereias (Bathing Beauty, 1944 de George Sidney) ajudaram a popularizar o nado sincronizado. Respeitado, passou a ser esporte olímpico no mesmo período.

 As histórias de seus filmes podem ser bobinhas hoje, mas as incríveis coreografias aquáticas sobrevivem bem. Continuam espetáculos vívidos e minuciosos de uma arte perdida.

A imagem é um oferecimento Atlantic City Beach Patrol

terça-feira, 4 de junho de 2013

Cine BR: Músicas que viraram filmes literais

Faroeste Caboclo (2013 de René Sampaio)
OUÇA!  (links Off)
O Menino da Porteira (1976 de Jeremias Moreira Filho)
OUÇA! 
Coração de Luto (1967 de Eduardo Llorente)
OUÇA! 
O Ébrio (1946 de Gilda de Abreu)
OUÇA! 

A chegada aos cinemas de Faroeste Caboclo faz parte de uma tradição no Brasil. Desde a década de 40 sabe-se que se uma música conta uma historinha e tem apelo popular poderá ser transcrita em imagens.

Historinha que de preferência seja triste, tristíssima! Com gente querida e pobre (injustiçada socialmente?) que morra em algum ponto.

São favas contadas em termos de bilheteria e não precisa ser gênio pra saber disso. Se milhares de pessoas amam aquela música, milhares de pessoas pagarão ingresso para vê-la na tela grande.

O próprio cantor costumava protagonizar a fita, o que é um plus para quem queria ver o artista em pessoa cantando e morava longe dos locais onde ele se apresentava em shows. Num tempo sem TV nem nada, além de rádio e cinema.

Seria Gilda de Abreu, que dirigiu o marido Vicente Celestino em O Ébrio de 1946, uma das vovós do videoclipe? Ali ao lado, Carlos Gardel já emocionava plateias com El día que me quieras (1935 de John Reinhardt), mas a canção não serviu de argumento para o roteiro, no máximo inspirou.

Do mesmo jeito que aqui existem filmes como Fuscão Preto (1983 de Jeremias Moreira Filho ) e Massagem For Man (1983 de José Adalto Cardoso) que apenas emprestaram os títulos dos hits. Ainda foram a oportunidade para Almir Rogério e a loirinha Sharon ficarem imortalizados em celuloide.

O mais bem sucedido talvez seja O Ébrio. O arrasa quarteirão etílico ficou por décadas circulando pelos rincões em projeções improvisadas, mas todos os outros se deram bem tal e qual as canções.

 Estranho e raro o caso de O Menino da Porteira cujo remake de 2009 passou a brancas nuvens em grande circuito. Estrelado por Sérgio Reis em 1976, o original continuou a ser muito procurado nas locadoras ao ser lançado em VHS na década de 80.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Por Zeus! Xena e Gabrielle em cartum

Ou melhor, Lucy Lawless e Renée O'Connor em versão desenho no longa Hércules e Xena - A Batalha pelo Monte Olimpo (Hercules and Xena - The Animated Movie: The Battle for Mount Olympus, 1998 de Lynne Naylor). O roteiro ficou aquém da série, mas inegável que os personagens ficaram muito parecidos aos atores.

 Todo o elenco original emprestou também a voz aos personagens, garantindo ainda mais semelhança. Coisa pouco comum em se tratando de adaptações live action para desenho animado ou vice-versa, até por questões orçamentárias.

 Não faltam são exemplos até de cor dos cabelos que muda na transição, evitando dispendiosos direitos de imagem. Pode ter facilitado o filme ter sido produzido pelos mesmos Sam Raimi e Robert Tapert da série de TV, não se tratando de uma franquia passada a terceiros.

Perceptível o estilo de Genndy Tartakovsky (De O Laboratório de Dexter e Star Wars: Clone Wars), muito em voga nos anos 90. E como tal, acaba esbarrando em clássicos da Hanna-Barbera como Os Herculóides.


Rara imagem do Emergo em ação

Foto com o sensacional Emergo, tecnologia criada para o filme A Casa dos Maus Espíritos (House on Haunted Hill, 1959 de William Castle). Como se percebe pelas caras da plateia, foi um recurso muito eficaz para amplificar os sustos.

O diretor era famoso por seus estapafúrdios recursos promocionais. Uma vez seu público teve que assinar documento isentando o cinema no caso de ataque cardíaco ou alguns foram brindados com choques elétricos em suas poltronas (O Percepto), utilizado em exibições de Força Diabólica (The Tingler, 1959), etc.

 Em A Casa dos Maus Espíritos, o que ele anunciou como sendo Emergo consistia num esqueleto de plástico que saía de trás da tela num momento específico da projeção. A intenção era dar um efeito de 3D sem precisar de óculos.

Consta que, embora citado até no trailer, o efeito parou de ser utilizado pelos donos das salas. A molecada ouvia falar no tal esqueleto e ia assistir ao filme armado de estilingue entre outras coisas para atingi-lo.
Por tanto, realmente poucos viram o Emergo em ação, embora tenha se tornado lendário.

O filme foi um sucesso tão grande que ficou anos em cartaz inclusive no Brasil, onde foi exibido (segundo arquivos de jornais) de 59 a 1962, mesmo com uma cotação baixíssima da crítica.

Hitchcock teria se inspirado no seu lucro espantoso, embora de orçamento baixíssimo, para dirigir Psicose (Psycho, 1960). A ironia é que nota-se uma vontade enorme de ser Hitchcock em boa parte da filmografia de William Castle.

Hoje em domínio público, existem várias edições em DVD de A Casa dos Maus Espíritos a preço de amendoim torradinho. Inclusive uma versão colorizada digitalmente.

A primeira imagem é um oferecimento Vincent Price Fanpage, a terceira, Third Annual House on Haunted Hill with EMERGO! and SPOOK SHOW 

Veja também:
Cinema interativo é coisa do passado!
Percepto, outra chocante invenção de William Castle



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