sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

E por agora é só?

Aproveito o clima de “acabou” para agradecer a sua presença assim como de todos que passaram por aqui em 2011! Dos mais fiéis aos que veem aqui de vez em quando e até aos paraquedistas, foi ótimo!

E está cada vez melhor! Reitero aqui meu obrigado (já dito para alguns por e-mail) ao carinho de sempre e que esse pedaço da web seja tão legal pra você quanto é pra mim.

Encerro o ano com o clip de Ken Hirai, um dos mais positivistas que me lembro agora. Que daqui por diante tudo o que tente resulte na sensação plena de um idealizado pop star!

PS: E quanto ao último ano, tente não lembrar apenas das coisas ruins. Sim! Foram muitas, mas não foram únicas.

Abraços e até 2012!

[Ouvindo: Hallelujah, I Just Love Him So – Kay Martin]

Poderia ser pior...

Alô você que foi à praia pra ter um momento relax e agora está cercado por pessoas com os mesmo anseios... Pelo menos está livre de tiburón!

E eu suponho que esta capa seja de 75/76. Ok! Fui irônico com “suponho”.

Igualmente irônico é a indústria erótica se apropriar de absolutamente qualquer coisa que seja hit. Outro dia mesmo não cruzei com versão hardcore de Psicose do Hitchcock, lembra?

A capa é um oferecimento Blonde Zombies (+18)

Veja também:
Rico em cálcio e ômega 3


[Ouvindo: Put Me In The Deal – Easy Going]

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

As Certinhas do La Dolce

Marina Montini
Escultural


A imagem é um oferecimento Coisas da Arte

[Ouvindo: Danse Orienatle – David Carroll]

Death disc: Pop aos que se foram

Astros que se foram na tenra idade, tornando-se instantaneamente lendas, foram muitos, mas James Dean é único. Sua morte trágica aos 24 anos em 1955 fez mais que transformá-lo em ícone, ajudou a firmar um estilo de vida.

Recebi um e-mail do Refer indo mais além. Ele relembra um subgênero musical que provavelmente, surgido na mesma época, teria relação direta com a comoção entre os jovens.

“No final dos anos 50 houve uma invasão de canções que falavam de morte, de matar e de morrer na música pop nos EUA; criou-se até um subgênero chamado ‘death disc’; não que fosse novidade, mas na época essas músicas mórbidas ligadas ao universo teen começaram a fazer grande sucesso e elas foram se multiplicando: ‘Teen Angel’ (Mark Dinning), ‘Tell Laura I Love You’ (Ray Peterson), ‘Last Kiss’ (Frank Wilson; é a mesma que fez sucesso com o Pearl Jam), ‘Ebony Eyes’ (Everly Bros) etc. etc.

A deprê foi tão grande que Bob Luman gravou ‘Let’s Think About Living’, justamente criticando essa onda macabra na música pop. Todas essas músicas podem ser achadas no You Tube, se tiver curiosidade.

A morte de James Dean pode ter estimulado de alguma forma a onda do death disc (que se estendeu até mais ou menos 1965, como um reflexo atrasado da comoção que o fato provocou). Há um legítimo death disc feito para James Dean, ‘A Young Man’s Gone’, de 1963, com os Beach Boys. A música foi escrita uns anos antes por Bobby Troup e o Mike Love, dos Beach Boys pôs nova letra.“

Ouça A Young Man’s Gone no player abaixou ou clicando aqui. Alerta ao horizonte cinzento que se abrirá!


Até o Girl Group The Shangri-las entrou na onda com “Leader Of The Pack”. Como falarei das fofas futuramente, deixo-as de lado por hora.

Interessante esse tom mais sombrio para um período fortemente marcado por sapatinhos cor de rosa e laçarotes de organza. Enfim, não se falava apenas de flores, inclusive os Beach Boys, famosos por músicas muito mais alegrinhas.

Para o Refer (grande estudioso de música) a melhor death disc é Nightmare, gravada por Whyte Boots, que não se encontra no You Tube. Em compensação, está lá a versão da compositora Lori Burton que você pode ouvir abaixo ou clicando aqui:


Burton a incluiu em Breakout, seu primeiro e único LP, lançado em 1966. Reeditado em 2005, é considerado um dos mais ousados entre a chuva de discos de meninas 60’s.

A foto dos Beach Boys é um oferecimento Classmatesmemorylane

Veja também:
Ele está entre nós!


[Ouvindo: What's The Use – The Pretty Things]

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Gilberto Braga e as Bibis

Maria Clara Gueiros, Bibi em Insensato Coração (2010/2011)

Maria Lúcia Dahl, Bibi em Anos Dourados (1986)

Mira Palheta, Bibi em Dancin' Days (1978)


Cada autor tem as Helenas que merece. No caso de Gilberto Braga são as Bibis, também de personalidade absurdamente condizente com seu estilo assim como são as Helenas pros soníferos que o Manoel Carlos escreve.

Personagens chamadas Bibi não são constantes, mas volta e meia aparece uma. De bom sobrenome, geralmente servem pra que alguém mais relevante à trama tenha com quem conversar.

A primeira, de Dancin' Days, foi o ombro amigo de todas as horas da vilã Yolanda Pratini (Joana Fomm). Até de madrugada atendia ao telefone pra ouvir as lamurias da outra.

Não se conformou quando a amiga em fase pobre passou a frequentar aniversários classe média, daqueles com mesa de salgadinhos e bolo ao centro. Tentou até conseguir convites mais dignos do sobrenome Pratini...

Sei pouco dessa Bibi recente, mas era aquela moça do Zorra Total o que já dá pra esperar algum bordão. Garantido mesmo é que rica (muito rica) e ficava preferencialmente à beira da piscina.

[Ouvindo: Terra das palmeiras – Taiguara]

Jane: Guarda roupa completo

Jane, a cafona das selvas! Ao que tudo indica, por completo eles se referem a esses dois vestidos.

Meia arrastão, isso sim é vida selvagem, minha senhora! Enquanto Tarzan se contenta com uns trapinhos, Dona Jane arrasa!

E o mais batuta dessas paper dolls que vinham de brinde nas revistas em quadrinhos é que não eram feitas por alguém que entendesse de moda, mas um cartunista comum. Daí a gente se depara com coisas estrambólicas como essas!

Bonecas de papel eram muito mais comuns do que se imagina. Minha mãe contava que por muitos anos teve apenas elas para brincar e uma ou outra de porcelana, caras, que não podia manusear.

Até a borracha e plástico revolucionarem também o mundo dos brinquedos. Hoje bonecas de papel não passam de uma excentricidade, embora poderiam perfeitamente ganhar sobrevida na internet.

Aproveitando o ensejo, vamos relembrar Chita, que faleceu no último dia 24 (sábado) aos 80 anos. Viveu tanto quanto Johnny Weissmuller, um de seus companheiros no cinema como Tarzan, morto em 1984.

Na realidade um macho (assim como a Lassie) , o chipanzé foi muito querido ao ser responsável pelos momentos cômicos dos filmes do Homem Macaco. No Brasil sua popularidade se estendeu a uma bala com seu nome, uma das favoritas na hora do recreio.

A paper doll é um oferecimento Bermoraca

[Ouvindo: Chanson – Yoshio Hayakawa]

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Tem como não amar tudo isso?

Poucos usos indevidos de uma marca devidamente registrada me fazem rir mais do que o dos Golden Arches. Sacra propriedade do McDonalds, rei dos sandubas emborrachado, desde 1962.

A foto aí eu tirei em Itapeva, sul do estado de São Paulo. Mas poderia ser qualquer cidadezinha do Paraguai, ou qualquer outro país com fama de desrespeito a propriedade intelectual, né?

E além do êmi alheio a fonte de todo o resto me deixou confuso. Seria um restaurante de comida asiática?

[Ouvindo: Eu Sou Psicodlico – Serguei]

Entre a cruz e a caldeirinha

Chupa, todo grande olimpo das deusas da tela prateada! A primeira parceira de dança do Fred Astaire (no cinema) foi Joan Crawford, não Ginger Roger.

Em Dancing Lady(1933 de Robert Z. Leonard) senhora Crawford não só dança como canta, sapateia e mergulha. ... E samba na cara da sociedade!

De ficar estarrecido com seu talento. E certeza, ou melhor, duvideodó que se resolvessem refilmar esse roteiro existisse outra moça com tantos predicados.

E ainda linda... E loura! Um dos únicos momentos em que podemos apreciar sua beleza platinada!

Se bem que um texto destes hoje não faz o menor sentido. A lindeza em questão fica entre o produtor (Clark Gable) bonitão e casca grossa e o grã-fino bonitão de cartola prometendo um casamente.

Em 33 não dava nem pra cogitar conciliar casamento e o teatro rebolado. Riqueza sem fim versus céu estrelado das artes burlescas... Oh, dúvida cruel!

[Ouvindo: Yes sir that's is my baby – Eliana e Booker Pittman]

sábado, 24 de dezembro de 2011

Momento histórico da vida privada: Papai Noel e eu


Gente! Bota histórico nisso. Rara foto em que estou ao lado de uma celebridade!

Minha irmã mais velha deu piti se recusando a aparecer com o suposto bom velhinho. Ouvi claramente ela falando que era palhaçada e que, além de tudo, tratava-se de uma mulher.

Realmente, os grampinhos segurando a touca só não eram aparentes ao Mister Magoo. E cadê o saco?

E foi a partir desse dia que comecei a ligar lé com cré até sacar a grande farsa. Embora tenha constrangidamente fingido por anos pra não estragar a brincadeira dos adultos.

[Ouvindo: White Pepper Ice Cream– Cartola]

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Vinyl Killer: Som arrasador

Essa pequena maravilha do vídeo acima (ou clicando aqui) só poderia existir graças ao talento japonês para miniaturização, assim como para o kitsh. Vinyl Killer provavelmente é o menor toca-discos que já existiu.

Criado no Japão na década de 70 no formato de mini combe (perua), foi vendido nos EUA pela Volkswagen. Fez relativo sucesso e agora existem colecionadores e vários vídeos no You Tube.

Funcionando a bateria (9v) sua excentricidade (além de ser super portátil) consiste na agulha que roda sobre o disco, não o contrário. O porém, como o nome sugere, é que detona o vinil!

Originais 70’s chegam a custar no eBay 140 pratas norte americanas. Na onda retrô, existe uma empresa nipônica comercializando novos modelos além das peruas, mas que funcionam do mesmo jeito.

[Ouvindo: I'll Be Seeing You– Kraftwerk]

Pausa para nossos comerciais

Escândalo no Sítio do Pica-Pau: Emília tira a roupa!

Ferro na boneca! A atriz Reny de Oliveira, que interpretava a Emília no infantil Sítio do Pica Pau Amarelo, mostrou a Marquesa de Rabicó nas páginas da Playboy em janeiro de 1984.

Papel que ela vivia desde 1978 substituindo com louvor Dirce Migliaccio. Nunca ouve uma boneca como Oliveira!

Além de carismática, teve a sorte de encarnar a personagem em sua fase visualmente mais bonita. Lembrando que os trapos do figurino, assim como os cenários eram todos super coloridos, tropicalistas como qualquer programa da TV no Brasil, transmitindo em cores há pouco tempo.

Reza a lenda que ela foi demitida pela Globo por causa do ensaio na revista. Desde a época comenta-se isso.

Mas por este anúncio aí, parece claro que atriz e emissora estavam em comum acordo! A caracterização de Emília está perfeita, além de imaginável que usassem um personagem sem a autorização do detentor dos direitos.

Se bem que utilizar personagem infantil pra vender revista de mulher pelada não é alguma coisa que se imagina todo dia. Bastante bizarro eu diria...

Pista importante sobre tudo encontra-se em sites de fãs do Sítio. A atriz teria abandonado a carreira consciente que jamais se livraria da Emília, o que pode justificar essa tentativa, por assim dizer, desesperada.

A imagem é um oferecimento Caieca

[Ouvindo: Airbag Generation – Lolo Ferrari]

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Anacronismo é o senhor

Catei esse frame de How to Get the Man's Foot Outta Your Ass. No filme independente de 2003, Mario Van Peebles conta as agruras que seu pai Melvin passou para dirigir Sweet Sweetback's Baadasssss Song em 1971.

De se imaginar que a princípio nada deve ter sido fácil arranjar dinheiro para um filme que apostava no público negro. Filme que deu (literalmente) o pontapé inicial ao movimento Blaxploitation.

Logo depois os grandes estúdios abraçariam a lucrativa ideia. Shaft (de Gordon Parks ) do mesmo ano levou até um Oscar, ainda que com classificação R.

Enfim, o filme de 2003 parece ter carecido das mesmas dificuldades financeira, embora isso não invalide a importância de sua concepção. Reconstituição de épica muito abaixo.

O primeiro screenshote deste post, por exemplo, é quando aparecem várias fachadas de uma rua de cinemas, provavelmente a lendária 42th. O que a brasileirinha Igreja Universal do Reino de Deus faz ali em 1970?

A igreja do Bispo Edir Macedo foi fundada em 1977. Só se expandiria para outros países (atrás de imigrantes pobres como se percebe nas placas em espanhol nos EUA) décadas depois.

[Ouvindo: Body Sex Remix – Kraftwerk]

Na cama com (recato) e Lucy

Lucille Ball e Franchot Tone se divertindo com a imposição de regravar as sequencias do quarto de Her Husband's Affairs (1947). Dormir juntinho que é bom, numa cama de casal, nem pensar!

Bom mesmo é cada um no seu retângulo. Fazer todo mundo faz, mas é melhor que ninguém saiba.

Lembrei do caso do filho do Tarzan, recurso óbvio para novos filmes dos heróis. O Homem Macaco encontra uma criança abandonada na floresta em 1939, relembre clicando aqui.

Nem pensar no que rola entre a Jane, toda bonitona, e o amado, sozinhos ali na floresta, pegando no cipó pra cá e pra lá... Casaram pra brincar de pula carniça.

E na TV a Lucy assim como Vilma Flintstone continuou dormindo em camas separadas. O pequeno Rick foi, por suposto, encontrado numa plantação de repolho!

Pelo menos compartilhavam o quarto, o que exclui a desculpa de que cada um só estava querendo um tico de privacidade. Mas na vida real era diferente!

Anúncio 50’s usando o casal famoso de I Love Lucy para vender camas. De casal!!!

Vamos combinar que a Jeannie teve muito menos sorte que a Lucy. Mesmo nos tresloucados anos 60 ao cair a noite ela voltava bonitinha pra dentro da garrafa.

Ou vai me dizer que antes do casamento, numa das ultimas temporadas, não rolava nada com o Major Nelson? Polemica!

A primeira e a última imagem são um oferecimento Felix in Hollywood

Veja também:
Do quê Lucy tinha medo?


[Ouvindo: 恋の季節 – Pinky and Killers]

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Don Draper vai à mesa

Um programa de TV tão bom que não se esgota em si! O livro The Unofficial Mad Men Cookbook, que reúne receitas e historias dos pratos que aparecem (ou poderiam aparecer) no seriado é só um exemplo.

Hoje li sobre ele no jornal, o que já é meio caminho para ganhar edição em português.
Ou que sirva de inspiração para outros livros brasileiros no gênero, uma ótima forma de entender, ou atrair interessado nos costumes.

Década de 60 não faz tanto tempo assim e as coisas já mudaram tanto nos hábitos prosaicos da alimentação. Em fotos de família geralmente eu me atenho às mesas.

Encontrei uma vez vários livros de receitas 50's, talvez de alguma tiazinha que partiu dessa pra melhor. Além das ilustrações graciosas, se eu realmente quisesse fazer algo dali teria um trabalhão, se é que conseguiria.

A começar pelas medidas, por exemplo, em decilitros, ter que peneirar farinha, dezenas de ovos, quilos de gordura suína... E as próprias receitas bizarras, como sardinhas em conserva! Pense no trampo, sendo que as latas são tão simples.

E é um grande mistério darmos pouca importância à comida além das refeições. Nas escolas mesmo aprende-se quase nada!

Quando muito, desenha-se a pirâmide alimentar numa cartolina cor de rosa e pronto! Talvez as meninas nos tempos em que era importante transformá-las em mulherzinhas prendadas.

Garanto que as aulas de história (pesadelo para a maioria) seriam muito mais simples e divertidas se incluíssem culinária. Sem a pretensão de formar mestres cucas, óbvio!

Outro dia estava um tiozinho nutricionista (?) no Globo News ensinando a preparar o prato ideal no quilo. Dizia coisas como “Cenourinha é bom pela vitamina X” e “Olha, tomate é muito bom por causa de Y” com ares de mestre de alguma seita secretíssima.

Queria ter aprendido isso, sendo a boa alimentação algo tão prosaico, mas vital a qualquer um. Em contrapartida, sei quais são os afluentes do rio Amazonas.

[Ouvindo: Season of Love – Pinky e Killers]

Michael Jackson e Rock Hudson

Da série: “Quando as lendas se encontram”. Histórica foto do dia em que o astro Rock Hudson conheceu Michael Jackson trazido pelo blog de um fã do ator.

Em 1983, Hudson, que adorava o cantor desde os idos do Jackson 5, fez de tudo para encontra-lo quando soube que estaria filmando o videoclip Thriller em Los Angeles. E está aí o registro.

O papagaio de pirata na imagem é o tal Marc Christian. Último e mal falado namorado do ator...

Aquele mesmo que tomou proveito no embalo da comoção pública sobre a morte de Rock Hudson, o primeiro grande astro vítima da AIDS. Entrou na justiça por um bom naco do espólio do ator alegando ter sido exposto à doença quando Hudson já sabia ser portador.

Christian (com exames negativos!) colocou no bolso US $ 5,5 milhões. Isso tudo com pessoas próximos duvidando do relacionamento deles, tanto que seu nome não aparecia no testamento afável com amigos próximos, conforme você pode ler clicando aqui.

Enfim, voltando à imagem lá de cima...

Em 2002 o mesmo Michael Jackson de mãos dadas a Elizabeth Taylor esteve presente no evento beneficente Rock, Art for AIDS – A Tribute to Rock Hudson. O mesmo Michael?

Veja também:
Jeitinho hollywoodiano de por fim a romances inconvenientes
A 7 chaves: Rock Hudson e Lee Majors



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Furo a pessoa amada em sete dias!

Uma ode ao poderio masculino. Só que ao contrário! Nancy Walker recolheu um punhadinho de canções da Broadway e gravou esse “I Hate Men”.

A música que dá nome ao disco é da trilha de Kiss Me kate, por exemplo. Não achei no You Tube nenhuma das 10 faixas pra gente ouvir.

Como compensação vai sua interpretação de I'm Still Here. Ouça no player abaixo ou clicando aqui.

Atriz, comediante e produtora, Walker estreou na direção em 1980 com A Música Não pode Parar (Can't Stop the Music). O filme também marcou a estreia do grupo disco Village People na tela grande.

Mas conhecida mesmo ela ficou graças a TV. Sua personagem fez tanto sucesso no seriado Mary Tyler Moore que ganhou sendo reaproveitada no spin-off Rhoda.

A capa é um oferecimento tushygalore66

[Ouvindo: Heartbreak Hotel – Elvis Presley]

4 vezes Helga Liné

Golias e a Conquista de Damasco (Golia alla conquista di Bagdad, 1965 de Domenico Paolella)
Expresso do Horror (Horror Express, 1972 de Eugenio Martín)

Labirinto de Paixões (Laberinto de pasiones, 1982 de Pedro Almodovar)

A Lei do Desejo (La ley del deseo, 1987 de Pedro Almodóvar)

Belíssima germânica, Helga Liné percorreu o cinema de toda península ibérica. Começou por Portugal, país muito mais reconhecido por seu bacalhau do que por seus filmes.

Na Itália, com seu rosto clássico, parecia a pessoa ideal para participar de incontáveis sandália e espada. Mas foi na Espanha, país que escolheu para morar a partir da década de 60 que se firmou como atriz e celebridade.

Sua história pessoal é um tanto quanto cinematográfica. Na década de 40 fugiu com sua família de Berlim durante a Segunda Grande Guerra.

Refugiada em Portugal, sem falar português, arranjou emprego no circo como bailarina e acrobata, daquelas que dançam sobre um cavalo. Pela estética, chamou a atenção de produtores cinematográficos e logo depois de fotógrafos de moda.

Só voltaria à Alemanha a trabalho, algumas décadas depois da fuga. Havia se tornado poliglota, bastante popular e rica.

Seu porte altivo, com logos cabelos ruivos, foi aproveitado em muitos papéis de condessas, vampiras, espiãs russas e coisas do gênero. De filmografia extensa, trabalhou por último em produções da TV espanhola até 2006 quando resolveu se aposentar aos 74 anos de idade.

Veja também:
4 vezes Robert Patrick
4 vezes Jennifer Connelly


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