quinta-feira, 29 de julho de 2010

Monkey Business

Alegria suprema em A Orgia da Morte (The Masque of the Red Death 1964 de Roger Corman). Desvario em os tons berrantes inspirado no soturno Edgar Allan Poe.

Impossível não vir à mente a cena do macaco de Devassidão Total Até O Último Orgasmo (1986 de Fauzi Mansur). Momento de realismo ímpar do cinema brasileiro.

A voz professoral feminina em off diz: "A cabeça estropiada e doentia de Marcela é diabólica e inesgotável. Uma vez ela trouxe um gorila para nossa cela e o fez ter relações com a gente! Nós vivemos o maior pânico de nossas vidas..."

"...Nunca podemos saber se era um gorila mesmo... Ou alguém fantasiado de gorila"

[Ouvindo: What a Way To Die – Goggle-a]

Paz e amor infanto juvenil

Viajante capa psicodélica num livro para adolescentes. Pela dedicatória que há nele, minha irmã (com o mesmo nome da protagonista) ganhou Carla e Seu Clube num aniversário de 1981, mas a edição é de 1979.

Nunca o leu! A própria lamenta estes aniversários que passou em Portugal, quando só ganhava livros.

Eu me esbaldava neles. Devo ter lido este aí da Zaira Regine Venturini umas duas vezes, embora lembre muito pouco.

Recordo que é sobre garota popular que usa o sótão da casa para fazer um clubinho. Consegue ficar famosa graças ao Clube das Leoas.

E qual criança não queria ter um clubinho pra chamar de seu? O problema sempre estava justamente ser sociável o suficiente para conseguir outros integrantes além do presidente...

[Ouvindo: Love The Colors Tears – Chiyo Okumura & Leo Beats]

Tony do “Blood! Blood! Blood!”

Tai ator marcado por um único papel. Calafrio ver o Anthony Perkins, com olhar psicótico sedutor, cantando num disco chamado “From My Heart”.

Mas o LP é de 1957, alguns anos antes dele aparecer em Psicose (Psycho) de Alfred Hitchcock. E juro que assim que vi essa capa demorei pra reconhecer quem era o tal “Tony” Perkins.

E engana-se quem pensa se tratar de bizarria musical. Ele canta super bonitinho, tanto que das duas indicações que recebeu ao Tony Awards (o Oscar da Broadway) uma foi por melhor ator em musical.

Dá pra conhecer no (Like A) Fish Out Of Water (link Off). Repare que bacana ficou a sua versão de Speak Low com toques latinos.

[Ouvindo: Rosa dos Ventos – Chico Buarque]

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O Drácula de 1979

Nunca dei muita bola a esse filme. Pra mim, era coisa que o SBT reprisava ad nauseam nas madrugadas dos anos 90, e a gente assistia por pura falta de opção.

Revendo agora em DVD, widescreen, sem interrupções comerciais, áudio estéreo, não é bem assim. O Drácula de Frank Langella se garante!

Estranho que a esta altura do campeonato (final dos 70), a Hammer já havia saturado os monstros clássicos e a cores nas telas. A Universal Studios demorou para topar refazer sua célebre produção de 1931.

Super soturno, com cenários realistas, ainda possuiu uma das últimas trilhas sonoras relevantes do maestro John Williams. Antes de ele começar a trabalhar no piloto automático.

No elenco, além do já citado Langella, tem, e isto é marcante, Sir Laurence Olivier como Van Helsing. Aqui mais velho papai em busca de justiça do que um sanguinário caçador de vampiros.

E são estas alterações da obra manjada que mata! Há uma confusão absurda em quem é Lucy ou Mina, e toda a parte do romance passada na Romênia foi transposta para a Inglaterra mesmo.

Portanto, não há o castelo do Drácula, apenas o casarão que ele compra na Terra da Rainha. E a Mina, a primeira a ser mordida (!!!), é filha do Van Helsing...

Dá pra dar um desconto ao saber que o roteiro se inspirou numa peça de teatro, estrelada também por Frank Langella. O de Bela Lugosi em 31 também vinha do teatro onde ele também já era protagonista, não no livro de Bram Stoker.

Relevando toda estas diferenças, impossíveis de não serem notadas, é bacanão! Pelas referências encontradas em outras películas, também deve ter sido reprisado bastante na TV dos EUA.

Por exemplo, não só figurino e cabelo, Drácula cavalgando lembra muito o vilão de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (Sleep Hollow, 1999). Também há várias passagens que lembram as saídas cênicas utilizadas pelo Drácula de 1992.

Encontro romântico de Drácula e Lucy com centenas de velas como cenário, o conde descendo a parede de ponta cabeça, invadindo o quarto como fumaça... Há, claro, muita coisa que se pode convencionalmente chamar de clichê do gênero.

[Ouvindo: A New Song – Pizzicato Five]

Pausa para nossos comerciais

Vale Quanto Pesa – Grande, bom e barato!

E a gente leva uma vida pra entender o nome de um produto. Aliás, não de um produto qualquer, mas de um sabonete!

Não sei se ainda existe Vale Quanto Pesa, mas sou do tempo em que ele existia, nas boas casas do ramo, como se dizia. Mas não tinha mais este slogan.

Jamais compraria um sabonete que demorasse décadas para acabar. Coisa mais chata sabonete que não acaba nunca, ficando ressecado...

[Ouvindo: Un Beso En La Boca - Monna Bell]

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sim! Temos museu de cera!

Normalmente pessoas vão a museus de cera, como o da Madame Tussaud, para ver a reprodução fiel de seu artista favorito... O que não pode ser o caso de quem visitar o do Brasil!

Chamado Dreamland, fica em Gramado (RS), e, segundo site turístico local, cobra (!!!) de R$ 20,00 a R$ 10,00 dos visitantes. Veja imagens de alguns dos astros, fotografados pelo Mr. Super Black, e postados originalmente em seu blog:

Michael Keaton?

Jodie Foster?

Mel Gibson?

Lady Di?

Harrison Ford?

Antonio Banderas?

Gente do céeeeeeeu!!! Já disse que não sou bom fisionomista, mas quem fez estas esculturas é um exagero!

A descrição na página oficial do museu: “No Dreamland Museu de Cera, você irá encontrar dezenas de réplicas perfeitas de grandes nomes do universo pop mundial em cenários incríveis.”

Eles só não contam se é antes ou depois da gripe... Inacreditável!

Espera que tem mais!

Encontrei mais fotos num fórum de carros. Nesta tem a seguinte legenda: “Eu e a Demi Moore.....a Ana ficou com ciúmes”.

Mas nem nos piores pesadelos estrelados por Vincent Price veríamos coisas parecidas. Muito medo...

Veja também:
Susto no museu de cera


[Ouvindo: Vivo Sonhando (I Live Dreaming) – Walter Wanderley]

Gente bonita na parede

E esses pôsteres, minha senhora? Beefcakes a dar com um pau! Não so sentido literal, claro...

De todos eles, louvável a guinada que Robert Redford deu na carreira. Deixou pra trás o “apenas um rostinho bonito” faz muito tempo.

Para quem começou na TV, veículo desprezado por muito tempo, em papéis que exigiam pouco mais do que o físico... Dá pra vê-lo nesse período em Nothing in the Dark, episódio de Além da Imaginação (Twilight Zone) de 1962.

Faz um anjo loiro que candidamente ajudará uma velhinha solitária a partir desta pra melhor. Não dá pra reconhecê-lo logo de cara.

Aliás, coma idade que eu tenho, lembro dele sendo referência de beleza física apenas quando Sônia Braga deu umas sapecadas. Depois disso apareceu na mídia mais pelos dotes artísticos.

Não esquecendo que, antes da teia da Mulher Aranha brasileira, Redford foi agraciado com o Oscar em 1980. E como diretor, hein?

Já tinha sido indicado como ator em 1973, e outras duas vezes em 1995 por ter dirigido Quis Show. Já papou um honorário em 2002, aos 66 anos, ainda moço!

E a gente xinga, xinga o prêmio da Academia mas não consegue se livrar dele como referência no cinema. Não estou dizendo que o senhor Redford é um excelente artista, aquele filme 90’s dele com o Brad Pitt pescando me dá preguiça só de olhar o cartaz...

Tem ainda seus esforços diante o cinema independente. O que deixa o reconhecimento da Academia ainda mais notável, já que é um prêmio conhecidamente interessado em promover a indústria cinematográfica hollywoodiana.

Maaaaaaas só entendi a força de antigo status de beldade quando o vi sendo homenageado numa fita pornô 70’s. Lágrimas de emoção!!!

[Ouvindo: Jupiter's Pop Music – Peter Thomas]

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Vale tudo promocional

Muito admiro o senso de oportunidade que Marilyn Monroe tinha. Inclusive quando se encheu do tratamento que a 20th Century Fox lhe dava, mesmo sendo sua “galinha dos ovos de ouro”.

Fez pareceria com a Warner Bros. para produzir seu próprio filme. E dá pra ver pela cara de Jack Warner a alegria do chefão!

Logo na coletiva de imprensa para divulgar o projeto O Príncipe Encantado (The Prince and the Showgirl, 1957) ficou evidente que Monroe não estava brincando com o próprio dinheiro. Usou um vestido justo... Mas justíssimo MESMO!

Tanto que propositalmente uma alça se rasgou no meio da entrevista! Os fotógrafos trataram de espalhar imagens dela, por pouco com os seios à mostra.

A Warner, que de boba nunca teve nada, usou o “incidente” para promover o filme. Assim, Monroe apareceu nos pôsteres sendo assediada pelo príncipe (e também diretor da película) Laurence Olivier com a alça caída.


Décadas depois, o estúdio o distribuiu em DVD aproveitando a mesma arte, como sempre faz com qualquer filme e eu amo tal prática. Só que deixou pra lá o bafafá original, como dá pra perceber nas duas imagens.

[Ouvindo: Carnival In Paris – Roy Lanham]

Giulinha “a lôca” Gam

Giulia Gam é aquela atriz que vive pra declarar só topar fazer novela se o personagem for interessante. Daí, sempre que tem uma louca neurótica desvairada adivinha de quem eles lembram chamar?

Não! No cinema era Burgess Meredith. Na TV é miss Gam! Perto dele, os tipos que ela faz nas novelas são pinto.

E se a gente não prestar atenção aos créditos iniciais, pode perder um tempinho do filme tentando lembrar de onde a gente conhece o baixinho. Treinador do Rocky Balboa, mesma função no A Fúria de Titãs 80’s, Pinguim do Batman da TV e o indefectível Dr. Diablo para a Amicus Productions...

Se Giulia Gam eu fosse, surrupiaria o discurso da Carla Camurati no Roda Viva. Ela disse que sempre que a encontrasse no elenco de uma novela era pra pensar “Ah, coitadinha... Tá precisando de dinheiro!”.

[Ouvindo: Lovechild – Pizzicato Five]

Você pode fumar baseado...

...Baseado em que você pode fazer quase tuuuuudo! E foi dando pala assim, que Pepeu Gomes, com letra em parceria com a esposa Baby (do Brasil) Consuelo e Galvão, fez sucesso no festival da canção promovido pela Rede Globo em 1980.

Como a censura federal ainda existia, a música O Mal É O Que Sai da Boca Do Homem acabou sendo proibida, aparecendo no disco apenas em versão instrumental. Reapareceu no CD de Pepeu em 1999 e pouco antes, o fonograma original pode ser ouvido na coletânea de dance music brasileira, da BMG/Warner em conjunto com a Empresa Folha da Manhã.

Um daqueles primores do duplo sentido que aparecem na música popular brasileira. Tanto o título quanto o refrão fazem referência à passagem bíblica Mateus 15:11: “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca isso é o que contamina o homem.”

Ouça no player abaixo.

A imagem é um oferecimento Música Popular.Org

[Ouvindo: Eu nem sonhava te amar desse jeito... – Guilherme Arantes]

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mano a mano

Ann Dvorak como Francesca 'Cesca' Camonte (Scarface, 1932 de Howard Hawks)
Mary Elizabeth Mastrantonio como Gina Montana (Scarface, 1983 de Brian De Palma)

Tentando não ser injusto, empolgando pela época em que cada filme foi produzido, mas a irmã na versão de 30 dá um baile na dos 80. Um dos pontos fracos do remake de De Palma.

Outro é o roteiro de Oliver Stone que parece ter reaproveitado todos os pontos importantes do original e entre eles encheu linguiça. Os personagens secundários são muito mal desenvolvidos, coisa que pouco se nota pela duração menor do filme 30’s.

Vários ganham destaque e depois nunca mais aparecem em cena. Michelle Pfeiffer mesmo, toda musa, dá chilique e boa! Tchau!

Tem também o Al Pacino como mafioso cubano que eu achei irritante mas bacana... Até ver a interpretação de Paul Muni como mafioso italiano, leve e adoravelmente perigoso!

Não que seja um filme ruim, hein? Visualmente exuberante, cheio de grandes cenas... Mas comparando, parece que do mais recente só resta purpurina.

[Ouvindo: Doralice – Victoria Abril]

Transpirando suspeitas

Nunca dá pra saber nas fotos antigas se a pessoa está realmente se vestindo como naquele tempo, ou se está “montada”, no último grito da moda. No futuro as fashion victims se tornam mais vítimas ainda!

Mal dá pra reconhecer, mas na foto é Edwin Luisi em 1977, para a novela O Astro. Escrita por Janete Claire, foi o ponto alto de se carreira.

No final, revelou-se que seu personagem era a resposta ao mistério “Quem matou Salomão Hayalla?”. Era o amante da mulher do morto, desde sempre o suspeito número 1.

E ele ta mesmo com pinta de assassino de giallo! Se aparecesse assim num filme italiano 70’s, estaria na cara a autoria de qualquer crime.

Um oferecimento Abril

[Ouvindo: Take Me Back To My Planet – Venus Gang]

Casamento gay

E todo pôster com a Carole Lombard é assim? De glamour extremo?

Neste ainda possui a involuntária ironia do título The Gay Bride (1934). Começo dos anos 30 a palavra gay ainda tinha majoritariamente o significado “alegre”.

Foi só em 1938, em Levada da Breca (Bringing Up Baby de Howard Hawks), que “gay” apareceu com outro sentido no cinema. Pelo menos assim está registrado historicamente.

No post “Gay pela primeira vez” tem mais informações sobre isso. Leia clicando aqui.

Agora, quanto ao casamento gay em si, aquele de hoje, entre pessoas do mesmo sexo... Por favor! Essa expressão só serve pra assustar a caretalhada.

Aliás, caretalhada que perde muito tempo cuidando da vida privada dos outros. Religiosos tinham que gastar tempo orando pelas almas dos que estão sobre seu manto ou não, e que não se metam no que não é da sua ossada.

Jamais admiti que nem minha mãe se meta na minha vida, imagina então um povo decrépito de instituições que não me identifico e muito menos faço parte? Não vou em porta de igreja nenhuma berrar se o que eles fazem é certo, justo e ético.

Enfim, falaremos da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Minha finada avó usava expressão ótima pra quando a gente desdenhava de algo: “Não gosta? Come menos!”.

Vergonha total de que o Brasil, com fama de liberal lá fora, se agarre a medievais tabus. Nem o debate a respeito evolui para algo além do religioso, amoral, etc.

Apegam-se a tanta bobagem que terceiros fazem entre quatro paredes... Triste que nãos e vê o mesmo empenho em refutar atitudes públicas vergonhosas!

Enquanto isso, tudo ok na vizinha Argentina. A primeira união civil deve ocorrer dia 31 agora, conforme esta matéria da Veja.

Logo a Argentina, citada regularmente com desdém pelos brasileiros. Ahá!!!!

E agora, Zé Carioca? Vai continuar arrotando a favor da “família, moral e bons costumes” pra todo mundo achar que você é de Jesus e poder continuar pensando só no seu umbiguinho?

Mas veja bem, não me iludo com nada pra tão já. Quando fui fazer este post aqui sobre Rita Hayworth, descobri que a separação só foi legalizada no Brasil em 1977!

1977 minha gente! Quando a novidade já era mais velha que andar pra frente em muitos outros países.

E tudo é tão simples: Viva e deixe viver!

[Ouvindo: Falling Out Of Love – Sean Lennon]

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Além do cigarrinho de cravo

Lady Terminator!!!! Gema do cinema da Indonésia que a gente começa se divertindo logo pelos nomes que aparecem nos créditos.

Cameraman: Chuchu Suteja! Oi? Falando nisso, o filme tem a fotografia parecia com a da publicidade 80’s, ou com cara de filme dos Trapalhões da mesma época.

A referência principal (obviamente) é O Exterminador do Futuro (The Terminator, 1984), mas a vilã corre igualzinho ao robô do outro filme! É de 1988, mas previram como o T-1000 correria em 1991...

Só que nossa aventura não tem NADA a ver com robôs! Começa 90 anos antes, numa ilha onde perigosa feiticeira transa com homens, se não se satisfazer, uma enguia sai de sua vagina e arranca o pênis do parceiro!

Até que um louro, alto, musculoso e bom de cama, consegue catar a enguia! Fula da vida, a bruaca resolve sumir do mapa prometendo se vingar no futuro, da bisneta do cara.

Após nove décadas, a tal bisneta é uma cantora com aparência de Rosana, aquela do “Como uma deusa...”. Tem tudo para se tornar pop star, mas garante que a fama não é seu negócio.

Ela é muito sem graça! Bacana mesmo é a antropóloga (ela diz isso várias vezes com a mesma entonação da apresentadora Maísa quando fala: “Sou cantooooora, meu filho!”) que vai atrás da lenda da bruxa dos mares e acaba possuída por seu espírito!

A mulher vira uma máquina! Com o mesmo apetite sexual e a mania de castrar os amantes, só que com o diferencial de às vezes soltar raios lazer pelos olhos.

Me lembrou bastante a Bianca Byton. Se a Bianca Byton tivesse o corte de cabelo da Christiane Torloni na novela A Gata Comeu, de Jô Penteado.

E é isso, amigos! Nove décadas depois, a vingança da ancestral era possuir turista intelectual pra fuzilar a bisneta do cara que pegou a cobra.

Fuzilar a bisneta e/ou CENTENAS de figurantes que vão aparecendo pelo caminho. E mesmo com todos sabendo que ela é imortal tentarão explodi-la de qualquer jeito!

Como herói do pedaço temos um policial americano viúvo que não quer saber de mulher ao ponto dos amigos acharem que é gay. Isso até conhecer a tal bisneta sósia da Rosana-Como-Uma-Deusa...

Não há quase nada de nudez, mesmo com o mote sexual, fora um peitinho aqui, outro ali. Em compensação, aguarde por muito corre-corre, sangue, tiros e explosões!

Tudo explode, capota mas não breca! O que deve justificar os carros serem todos umas latas velhas.

E olha eu terminando o post sem me falar dele! O Rambo indonésio de mulet extravagante.

Aparece pouco, tem só duas ou três frases... Mas carismático, rouba a cena. Palmas pra ele!



[Ouvindo: Crisi dell'Industria – Francesco Tamponi]

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