sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Qual edição em DVD comprar?

Tem filmes tão óbvios (mas queridos) que não tenho em DVD exatamente porque as distribuidoras ficam relançando nas mais variadas edições. Tem que ser ninja pra descobrir qual a que mais vale a pena.

Enquanto que incontáveis pérolas continuam inéditas, nos obrigando a ir caçá-las no underground da internet. Se é que você me entende...

Tristeza que a fase mais popular de Hitchcock tenha acontecido sobe contrato com a Universal Studios. Enquanto os poucos que saem pela Warner ganham DVDs realmente duplos e caprichados a começar pelas capas, a Universal vai dando um jeitinho.

Um Corpo Que Cai (Vertigo) por exemplo. Comercializaram pela primeira vez digitalmente em 2000, nos primórdios do formato DVD.

Justo aquela versão restaurada de forma polêmica nos anos 90, que na cara dura não só converteram o áudio pra 5.0 (!!!) como recolocaram muitos efeitos sonoros. Clássico como a palavra já diz, continua tinindo de novo décadas depois, mexer pra quê?

Enfim, eu tinha tido conhecimento dessa versão chamada pela distribuidora eufemisticamente de “Edição de Colecionador” e sempre a recusei. Embora a capa me encante, o recusava aguardando uma com aquele áudio mono que aprendi a amar, e claro, com os extras devidamente legendados em português e sem aqueles botões padronizados horrorosos dos DVDs antigos.

Em 2007 a Universal largou mão de reproduzir os pôsteres originais na embalagem (Como a Warner faz lindamente!) e relançou todos os Hitchcocks com capas padronizadas. Cinzas e feias, menus também padronizados, mas extras bacaninhas.

Trouxe esta semana (finalmente!) meu Vertigo pra casa e... SURPRESA!

Pelas informações da contracapa, estava ciente de que era a fatídica versão restaurada (fazer o quê?), mas não suspeitava de que se trata DO MESMO PRODUTO de 2000, apenas em nova embalagem. Não há uma só linha alertando o consumidor!

Olha o menu padrão dos velhos tempos, inclusive com “Collector’s Edition” estampado no topo:

Fizeram o mesmo com Psicose (Psycho, 1960), mas pelo menos incluíram um disco bônus. Aqui nem isso, alem de ter sumido o livreto que vinha na “Edição de Colecionador” de 2000.

É bonito isso? Mas não para por aí!

Estão RE-LAN-ÇAN-DO todos os títulos de NOVO numa caixa chamada The Ultimate Collection!!! Ultimate? Estes DVDs mixurucas podem ser chamados de ultimate?

Aham... Sem falar que a carreira de Hitchcock vai muito além do que ele produziu na Universal. Graças a Deus!

Veja também:
O Clube da Luta - “Definitive Edition”?
Planeta dos Macacos com preços trocados


[Ouvindo: Cat People [putting Out the Fire – David Bowie]

What a feeling!

Slashdance deve ser Flashdance sem a parte chata. Aquela parte da garota pobre com ambições artísticas de jogar o cabelão pra cá e pra lá!

E não deve haver filme de sucesso sem cópias, sátiras, continuações ou versões em sexo explícito/implícito. Não lembro de muita coisa sobre Flashdance além do Silvio Santos o anunciando na Sessão das Dez “Eu não vi! Mas minhas filhas viram e falaram que é muito bommm!”.

Até por que, todas as atenções de qualquer guri estavam voltadas para as cópias, sátiras, continuações ou versões em sexo explícito/implícito do Rambo. Coisas do tipo Comando Delta, ou mais evidentes como Rambona, Ramb Oh!, etc.

Um oferecimento The Scandy Factory

[Ouvindo: The Green Leaves of Summer – Nick Perito]

AnimaTV na Internet

É o sonho de toda criança que gosta de desenhar: Produzir seus próprios desenhos animados. Sonho este que sempre foi por água abaixo aos brasileiros.

Com a informatização da arte baixando custos, projetos como o AnimaTV da TV Cultura de São Paulo colocando alguma esperança na área. Ao todo foram 17 curtas (usando as mais variadas técnicas e estilos) distribuídos na programação da emissora entre os dias 25 e 30 deste mês.

Destes, 2 serão selecionados (pelo público e comissão técnica) para virarem uma série com 12 episódios. Todos os curtas já podem ser assistidos no site do canal, e a partir da próxima segunda (01/02) a votação estará aberta no mesmo local.

[Ouvindo: Street Life – Randy Crawford]

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Originalidade fúnebre imperial

SENSACIONAL!!! É a forma de suicídio mais original que já vi! Será que ela usou dublê?

Daqueles momentos cinematográficos em que duvidamos dos nossos próprios olhos. O que em se tratando de filme de kung fu nem é tão difícil assim de acontecer.

E como kung fu não é meu forte, e há ZILHÕES de filmes intitulados Shaolin Temple, fica difícil qualquer detalhe sobre de onde é a cena. Todos os nomes do elenco, que a distribuidora nacional informa na contracapa, inexistem!

Aliás, o DVD é original mas não tem nem o nome da própria distribuidora! Mas como sou de boa fé, saí por aí atrás de algum diretor chamado Tong Sang...

Update: 18h04 - 28/01/10 Provavelmente o título original é Xia nu bao ta jie, produção de 1976, lançado também no Brasil como Os Defensores Do Templo Shaolin. E a grafia correta do diretor é Sheng Tang. Já posso dormir tranquilinho esta noite.

[Ouvindo: Across 110th Street – Bobby Womack]

Galã nas mãos de Deus

E a gente pensa que isso de artistas virarem evangélicos depois que a carreira está em estado terminal é coisa só daqui. Ta certo que no Brasil a lista é gigantesca, mas lá fora volta e meia nos deparamos com casos como o de Michael St. Gerard.

O ator foi revelado pelo Hairspray dirigido por John Waters em 1988. É o principal papel masculino, o que faz o coraçãozinho da gordinha Tracy (Ricki Lake) bater mais forte.

A evidente semelhança física com Elvis Presley coube como uma luva ao filme que se passa na Baltimore 60’s. Isso levou St. Gerard a interpretar o Rei do Rock em três produções para a TV.

Seu próximo papel de destaque foi na série Barrados no Baile (Beverly Hills 90210), hiper popular em 1990. Em alguns episódios apareceu como professor de teatro boa pinta da galera descolada.

Até que em 1994, após participar de uma escola dominical teria sentido um apelo espiritual. Aos 33 anos (a idade de Cristo!) resolveu se aposentar do show business para se dedicar integralmente a pregar as boas novas cristãs.

Conforme sua biografia no IMDB, se tornou pastor e fundou sua própria igreja na região do Harlem, em Nova York. Como ele não gosta de falar sobre seu passado artístico, não há informações atualizadas ou fotografias recentes.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pausa para nossos comerciais

Chegou o micro cheio de programas – TK 90X

No dia em que a Apple proporcionou o orgasmo nerd interplanetário ao lançar seu iPad, é assombroso ver este anúncio da Microdigital de 1986. Que nem faz tanto tempo assim...

Ele se gabava da enorme quantidade de programas de possuir “infatigáveis” 16 ou 40K de memória! WOW!

E há incontáveis fãs até hoje desta maravilha da tecnologia. Se há coisa que minhas saudades são mínimas, é do meu primeiro PC, o finado Matusalém.

O bichinho era um K6 com Windows 95 até eu encasquetar em colocar o 98, mal sabendo que isso seria sua sentença de morte. Tinha 1 Giga de memória, igualzinho a qualquer porcaria de pen drive de agora, vendido por menos de R$30,00.

[Ouvindo: Lost Someone - Cat Power]

O melhor ângulo de Lisa Marie

Atendendo a pedidos, Lisa Marie em foto “recente”. Ok! Ninguém pediu, mas lembro de ter lido alguém comentando da bela desaparecida dela após o fim do casamento com Tim Burton em 2000.
Achei esta imagem no site oficial da Elvira, A Rainha das Trevas, que pode ser muito engraçadinha, mas encara os fãs apenas como fonte de renda. Sua página não nos permite nem salvar as fotos.
Então, antes de ter todo aquele upa de tirar print screen, tentei achar a mesma no Google. Nada! Em compensação, me deparei com o MySpace deste Eric D.
A ex-modelo e atriz está praticamente na mesma posição. Se não estivesse sorrindo mais na do gordinho, daria até pra suspeitar que um dos dois é montagem.
Veja também:
Premiere, março de 1997
[Ouvindo: Ain't Nobody Straight In L.A. – The Miracles]

Turismo alienígena

Levando em conta o orelhão gigante de Itu, e esta nave interplanetária em Varginha, esperaremos pelo que terá no centro da cidade que fique famosa pelo alto número de casas de tolerância. Varginha ainda tem pontos de ônibus temáticos e o governo local já teria anunciado a construção do memorial do ET.

A foto da “nave” consegui no site do fabricante, parece que é uma caixa d’água. O município mineiro ficou célebre mundialmente em 1996, após o que ficou conhecido como “O incidente em Varginha”.

Amplamente divulgado pela mídia, duas garotas teriam avistado ser assustador, associado depois a alienígena. Mais tarde, com investigações jornalísticas e ufológicas, muitas outras pessoas relataram acontecimentos estranhos no mesmo período.

Com centenas de supostas testemunhas afirmando o contrário, militares negam que tenham capturado duas criaturas. A historia ainda envolve o falecimento de um policial morto por desconhecida doença, cujos familiares lutaram por anos na justiças por maiores esclarecimentos.

O seriado Arquivo X fez referência ao Chupa Cabras em episódio da quarta temporada, o que fez com que a imprensa local achasse um elo entre as duas figuras misteriosas. Naquela época, explorado inclusive pelos famigerados programas dominicais de TV, também houve várias noticias em relação ao latino Chupa Cabras.

Na linha “acredite se quiser, se não quiser dane-se”, quando eu morava na Vila Mariana (SP) por duas vezes vi objetos luminosos “brincando” no céu, depois vi o fenômeno reproduzido exatamente da mesma forma no piloto do programa. Há um post muito bom sobre o ET de Varginha neste blog.

Veja também:
Como surgiu a Loira do Banheiro
A verdadeira Monga A Mulher Gorila
Chupa-cabra - A Verdade está Lá Fora


[Ouvindo: Las Espigadoras (La Rosa Del Azafran) – F.Delta]

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Esquadrão da camisola Hammer

E gosto de fazer um esforço de memória pra tentar decifrar a partir de quando passei a gostar de alguns filmes. Da Hammer, quase todos estão entre meus favoritos, daqueles que sobrevivem á segunda assistida!

Corri atrás deles de tanto ouvir que eram a principal referência dos de Tim Burton. Hoje sei que a fase Edgard Allan Poe de Roger Corman são citações tão fortes quanto Hammer.

Lembrava vagamente ter assistido alguns deles nas assombrosas noites da TV Brasileira da minha infância. De tão desgastados só voltaram a ganhar status da mídia com o distanciamento da época.

Basta comparar o que diziam os guias de cinema do final da década de 80 e começo dos 90 com o que é escrito a respeito deles agora. No caso, o tempo foi o senhor da razão mesmo.

Aqui no Brasil tivemos a sorte de ver boa parte deles sendo distribuídos em DVD e a preço de amendoim torradinho nas bancas. Só não comprou quem não quis, inclusive, a trilogia Karnstein completa!

E conforme a gente vai consumindo um tipo de produção específica, vamos nos acostumando com os nomes dos envolvidos. Dessa capa de revista (via Pagan555), consigo identificar 3 atrizes de Carmilla – A Vampira de Karnstein (Vampire Lovers, 1970) sem precisar ler a legenda.

Ó lá: Ao centro, os olhos violeta de Kate O’mara, à sua direita, Madeleine Smith bem jovenzinha, e no topo, de azul, Ingrid Pitt, principal nome feminino do estúdio.

Veja também:
Ingrid Pitt - Vida longa à rainha
Carmilla – A Vampira de Karnstein no Cinemorama
O maior espetáculo sangrento da Terra!
Fabuloso jogo da Hammer


[Ouvindo: Só Nós Dois – Francisco José]

Malu mocinha

Foto promocional de Feliz Ano Velho, de 1987. Malu Mader não mudou nada.

Quase três décadas de serviços prestados ao bom-mocismo televisivo. Nunca estourou, nunca sumiu nem da TV e cinema nem dos anúncios.

De cigarro (!!!) nos 90 a atuais eletrodomésticos. Mader é um caso raro de quem não precisa estar no ar para convencer pobres mortais a escolherem entre este ou aquele produto.

Outra peculiaridade: JAMAIS apareceu nua na Playboy. Pagou um peitinho aqui, outro ali em alguns trabalhos, mas pelada mesmo, nunca.

[Ouvindo: Tanto Amar – Chico Buarque]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Você nunca ouviu música tão alegre!

Se você acha que música gay (lindo cacófato!) é I Will Surviver, e Abba em geral, então PRECISA conhecer os discos lançados pelo selo Camp Music. Um desbunde muitas vezes caricatural!

O bizarro é que os especialistas do Queer Music Heritage os consideram um mistério, com pouquíssimas informações a respeito. Há um anúncio numa edição da revista gay Vagabond de 1965, e mais nada.

Como não há quem reclame seus direitos, todas as músicas estão legalmente disponíveis para download no site. Recomendo que você conheça pelo menos o disco Mad... About The Boy!, em estilo burlesco.

Veja também:
Gay pela primeira vez
Pulp fiction para rapazes de fino trato
Música limpa para filmes sujos


[Ouvindo: On Your Radio – Richard Lanham]

domingo, 24 de janeiro de 2010

Ginger: sensualmente perigosa

E o mundo da espionagem não para de surpreender! Olha aí a agente secreta Ginger McAllister transpirando competência...

FABULOSA! E o bacaninha é que com essa tonalidade de cabelo ela pode passar desapercebida em qualquer lugar.

Ação de Graças?
"Brains! Brains!"
A picante Ginger foi interpretada em 1971 pela atriz Cheri Caffaro. E deve ter trabalhado tão direitinho que no ano seguinte protagonizou a continuação The Abductors.

Típico fruto sexplotation, quando produtores independentes quebraram as regras do defasado Código de Conduta Hayes. Deve ter rodado lindamente por drive-ins e grindhouses Estados Unidos afora.

Veja também:
Quando o cinema tinha mais peito
Jim Kelly, o cara!
Onde só as fortes têm vez


Realizador de grandes sonhos

Instituto Universal Brasileiro é uma mãezinha, há mais de 50 anos concretizando desejos por correspondência. E pelo site oficial, o IUB está firme e forte, até com tira-dúvidas via Twitter (@IUB).

Só não me pergunte, por favor, o que seria curso de madureza colegial... Mas olha, a tia ta felizona e agradecendo de todo coração que agora é costureira, sem falar que Goiás, (o coração do Brasil) se desenvolve a passos largos graças ao instituto!

Pra gente sacar bem o target de seus anúncios, embora voltados a adultos, eram publicados em sua maioria nas revistas em quadrinho. Nunca os vi espalhados pela web, mas deveriam estar naqueles blogs de mexericos, sabe? Que fazem galhofas com os famosos.

Veja também:
Aprenda a plissar


[Ouvindo: Tudo é bossa – Altamiro Carrilho]

sábado, 23 de janeiro de 2010

Ladies and gentlemen:

Carinha do gongo na TV, espião da CIA no resto do tempo. Ou não...

[Ouvindo: Funky Mule – Ike Turner]

Jean Simmons R.I.P.

Faleceu ontem (22), a atriz Jean Simmons aos 80 anos de idade. Inglesa, ficou conhecida mundialmente por filmes norte-americanos, como o principal papel feminino de Spartacus (1960 de Stanley Kubrick).

Sua carreira começou bem antes, no cinema de seu país. Mesmo com pouco texto, a beleza exótica de Simmons conseguiu se destacar à presença forte da protagonista Vivien Leigh em Caesar e Cleópatra (1945), dirigido por Gabriel Pascal.

Talvez por fazer par com Sabu, sua insolente adolescente de Narciso Negro (Black Narcissus, 1947 de Michael Powell e Emeric Pressburger) me enganou direitinho. Difícil não acreditar que era atriz indiana mesmo.

Indicada ao Oscar por duas vezes, atriz coadjuvante em Hamlet (1948 de Laurence Olivier) e atriz em Tempo para Amar, Tempo para Esquecer (Happy Ends, 1969 de Richard Brooks), nunca foi premiada. Em compensação levou o Emmy por sua participação na minissérie Os Pássaros Feridos (The Thorn Birds, 1983).

Já ao Golden Globe foi indicada sete vezes e saiu agraciada duas. Em 1955 por Eles e Elas (Guys and Dolls de Joseph L. Mankiewicz) e em 1958 o curioso prêmio especial de Atriz Mais Versátil, embora estivesse indicada ao de Atriz em Musical ou Comédia por Esta Noite ou Nunca (This Could Be the Night de Robert Wise).

[Ouvindo: Sukidakara – Nobora Inoue]

Marinheirinho discípulo de Onan

Sabe Deus de que época é isso, mas é uma graça! E cada vez mais tenho certeza de que ter a mente poluída é imprescindível para se divertis mais nesta vida.

Tinta de impressora dando bobeira já sabe! Clique na imagem para salvar em tamanho maior, imprima, cole num papel mais duro, recorte e monte.

Recomendo que para grudar as articulações se use aqueles grampos de pastas, que se dobram na parte de trás. Tachinhas irão cair na hora de exercitá-lo.

Um oferecimento Anal Magazine(+18)

Veja também:
Faça você mesmo sua catástrofe histórica
Tenha seu próprio bigode Fu Manchu
Desencane do pretinho básico
90's Longa Vida


[Ouvindo: Sukidakara – Nobora Inoue]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Tenha um pedaço da sua atriz favorita

Rita Hayworth - US$ 603.75
Leslie Caron (com outras 9) - US$ 4,945.00 Lana Turner (com outras 9) - US$ 4,945.00
Marilyn Monroe - US$ 9,200.00
Gene Tierney - (com outras 9) - US$ 4,945.00 Kim Novak - (com outras 9) - US$ 4,945.00
Elizabeth Taylor - U$ 1,265.00
Este site vende não só autógrafos e correspondência das atrizes de Hollywood, mas mechas de cabelos! Até que não achei os valores (não atualizados desde 2005) muito altos, pela raridade.

Qualquer fã número 1, de quem quer que seja, é um doente em potencial, mas isto já é ridículo. E achei um NOJO!

Tem o fator perigo sci-fi também, né? Imagina com a genética evoluindo do jeito que está....

Isso nas mãos de qualquer cientista louco querendo ser Deus? Além de tentar dominar o mundo terá sua própria Ginger Rogers clonada sapateando no meio da sala.

Veja também:
Segredo do cabelo de Marilyn
Onde o Zé do Caixão pôs as mãos
Pra quem pedir autógrafo


[Ouvindo: Earth Died Screaming – Tom Waits]

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