sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Do larzinha

Oh! Que gracinha... Aprendendo a ser escrava do lar como a mamãe!

Com sorte logo consegue um belo esposo que vai trabalhar pra ela manter a casa sempre limpinha e provida de alimentos. Esposo cristão, claro!

E a coisa mais machista que ouvi na vida foi um senhorzinho suspirando: “Ah, bons tempos aqueles em que as mulheres areavam panelas no rio”!!! Choro ou dou risada?

Do tempo em que tinha que cortar lenha ele não sente saudades...

[Ouvindo: Ho Scherzato Con Il Cuore (Hardy-Samyn-Beretta) – Catherine Spaak]

15 comentários:

Leticia disse...

Note bem o must: mãe e filha vestidinhas igual.

Fora a falta de higiene toda, o pão roçando na cebolinha. Depois ela acha de LAVAR a cebolinha...

Miguel Andrade disse...

Letícia hahahahahahahahahaha!!!!

O pão roçado na cebolinha!!!!

Só você pra notar isso!

Fabulastic disse...

Acho que o fotógrafo teve um momento freudiano quando fotografou aquele frasco com dois tomates em baixo....

DAVI VALLERIO disse...

PIOR QUE EU VI A MENININHA DANDO UM TRATINHO NAS BOLAS DA PIROCA IMAGINARIA....

Miguel Andrade disse...

Fabulastic, sem falar que pão francês em algumas regiões daqui se chama cacetinho...

Davi, Tadinha! rs

Refer disse...

Uma revista de outubro de 1962, chamada Família Cristã, vcs queriam que tivesse quem na capa? A Elvira Pagã? — aí seria Família Pagã, não é?

Miguel Andrade disse...

Refer, uai, mas não deixa de ser curioso... E outra, duvido que em 2010 a capa fosse diferente.

"Família" pra gente simplista, não passa disso aí mesmo.

Leticia disse...

Desculpem, sim?, mas EUZINHA conheci Elvira Pagã.

Miguel Andrade disse...

Letícia, MEU DEUS!!!

Talita disse...

Eu ri

Miguel Andrade disse...

Talita, hehehe!

Leticia disse...

Opa, Miguel, como não? Quando trabalhava em rádio, ela vinha lá pra fazer seu jabá. Pior que ninguém ligava, tadinha...

Miguel Andrade disse...

Letícia, mas ela já devia estar bem velhinha, não?

Leticia disse...

Bem velhinha, tadinha... Mas o batom, ó, vermelhão, tudo em cima (de tudo)

Miguel Andrade disse...

Letícia, e a história dela é absurda, bem a frente dos eu tempo... E ela é originalmente de Itararé (SP), se não me engano!

Como pode alguém ser prafrentex tendo nascido ali há tanto tempo?

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