quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Na alegria e na tristeza

Tenho mil e quinhentos assuntos a serem postados, claro... Mas com toda a sinceridade de que me é peculiar vou compartilhar aqui que não consigo pensar em outra coisa além disto:

Estou a uma semana tentando parar de fumar. Embora ame a fumacinha, (hummmmm...) a escravidão do hábito me deu no saco!

Só que agora, nada mais do que eu fazia fumando tem graça. Resumindo, TUDO! Vou fechar o boteco e passar o resto da vida pescando?

E sabe que aqueles patchs de nicotina funcionam?... Passei de cerca de 30 cigarros de filtro vermelho diários para uns 4/5 de filtro branco.

O que me ferra é exatamente não fumar em momentos prazerosos e meu lado misantropo. Qualquer idiota bradando os malefícios do tabaco me faz salivar por querer fumar uns 4 charutos. E tragando!

[Ouvindo: Pick Your Poison (MSTRKRFT Remix) – Mr Miyagi]

Santa patota

Elenco do Batman (Dã!) 60’s reunido em 1983. Da esquerda para a direita: Adam West (Batman), Lee Meriweather (Mulher-Gato), Burt Ward (Robin), Yvonne Craig (BatMoça) e Vincent Price (Cabeça de Ovo).

E com alguns fios de cabelo a menos e uma peruca a mais, o ex Menino Prodígio substituiria o Zacarias. Duvideodó que notassem diferença. POW!

Um oferecimento Life Magazine

[Ouvindo: Independent Women, Pt. 1 – Destiny's Child]

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fim de semana com o senhor Hudson



Ao meu ver, Rock Hudson é uma espécie de Jayne Mansfield de calças. No sentido de que volta e meia nos deparamos com fotos suas um tanto assim, inusitadas.

Nunca imaginei encontra-lo assim, todo beefcake da vida, servindo de enfeite pra placa de hotel. Muito menos com o cabelo desgrenhado, fazendo ligações sabe Deus pra onde!

E o que dizer dessa sunga floral? Rapaz sempre tão alinhado...

Como não dá pra ver o estado de seus dentinhos (se já tinham sido arrumados), e pelo colorido desbotado, suspeito que são imagens do inicio da década de 50. E começo de carreira nunca foi bolinho pra ninguém.

Um oferecimento David R. (Marmota)

Veja também:
Lá vem a noiva
Disque R para amor


[Ouvindo: Into the Sun – Sean Lennon]

É divertido ir à Y-M-C-A!

Olhaí, olhaí freguesia! YMCA, ou ACM aqui entre nós, é o lugar onde os homens se conhecem desde 1900 e lá vai fusquinha.

Pra ser mais preciso, segundo o blog Doing Hard, este outdoor foi fotografado na Califórnia em 1927! Enfim, uma tradição americana como torta de maça.

E o marketing “agressivo” provavelmente explique o porquê de (aparentemente) a maioria de seus associados serem do sexo masculino. Confraternização entre semelhantes é o que há!

[Ouvindo: Starlight, Starbright – Jackie Johnson]

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ambição morena


O cinema americano como qualquer outra grande indústria é séria em seu profissionalismo, não há quem duvide. Embora desde sempre pipoquem à boca miúda alguns testes de sofá.

Mocinhas ingênuas preparadas para dar o melhor de si nos mais sórdidos testes de elenco. A pornografia, principalmente a do auge do VHS nos anos 80, sempre soube explorar bem o imaginário popular. Holly Does Hollywood (1985) tem o mesmo título do que o filme x-rated dentro do filme Dublê de Corpo (Body Double, 1985) de Brian De Palma.

Isso numa época em que havia a ilusão de que os pornôs eram filmes comuns só que com sexo explícito. Precisavam contar uma historinha, ter cenários e até figurinos...

A velocidade com que este mercado exige novidades fez com que qualquer possibilidade do cinema xXx competir com o de Hollywood fosse para o ralo. Quem se importa com o blablablá entre uma cena de sexo e outra?

A propósito, Holly Does Hollywood tornou-se uma fita proibidíssima por contar com a presença de Traci Lords. Relembre.

Veja também:
Vai dar pra passar?


domingo, 27 de dezembro de 2009

Ladies and gentlemen:

"De escrava a amante Mulher! Mulher do fidalgo tratador João Fernandes"...

[Ouvindo: Tricky Tricky (post50UND Remix) – Röyksopp]

Lobo conhece lobo

Isso pode ser considerado matilha? Lon Chaney Jr., o bípede, durante intervalo de filmagens.

O ator, mais conhecido como o lobisomem dos estúdios Universal, continua sendo a principal referência a filmes de lobisomem. Embora sua make-up tenha ar muito mais fofa do que assustadora.

E tai um monstro que nunca teve muita sorte no cinema. Agora com tecnologia dominando o cinema, parece que piorou, já que ele acaba sendo gerado em computação gráfica.

Como horror não combina (MESMO!) com CG, invariavelmente vêem-se mocinhas correndo de animais furiosos em desenho animado. Fake! Fake!

Como não há bala de prata que bote fim às nossas esperanças, fico na torcida para que o remake do filme de 1941 preste. Protagonizado por Benicio Del Toro, The Wolfman deve estrear no Brasil em fevereiro de 2010.

Veja também:
Quem é o lobisomem?
Um Lobisomem Americano em Londres no Japão
Calada noite preta


[Ouvindo: Samba do Grande Amor – Chico Buarque]

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

As bonecas de Charlie

Mega esforço pra descobrir de quem são estas fashion dolls. Mesmo com elas na pose clássica.

O macacãozinho grita! Mas olha como que nas embalagens originais As Panteras eram tudo o que uma menina queria ser.

No You Tube dá para assistir ao comercial de 1977 das bonitas. A da Cheryl Ladd, que entrou pra série naquele ano, deve ter aparecido na segunda leva, já que não aparece no anúncio.

Um oferecimento Virgin-Archer

Veja também:
Gente grande pra gente pequena
Momento histórico da vida privada
Era uma vez três lindas garotas...


[Ouvindo: Le Papyvore – Les Papyvores]

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Agitado, nunca misturado

A mistura de gin com vermute é um clássico! Levezinho, Martini é centenário mas de inegável sabor 50’s.

Até por que, é figurinha fácil em muitos filmes. Lembro de pelo menos 3 clássicos do cinema, assim de imediato, com o drink tendo o devido destaque.

É nele que a milionária e míope Joan Crawford afoga suas frustrações em Os Acordes do Coração (Humoresque, 1946). Spencer Tracy sente sua dispensável existência como O Pai da Noiva (Father of the Bride, 1950) ao preparar dezenas deles, sem que alguém se interesse.

Em O Pecado Mora Ao Lado (The Seven Year Itch, 1954) Tom Ewell fica imaginando que tipo de bebida sofisticada a fabulosa vizinha loira deve preferir. Ao receber a visita de Marilyn Monroe ela só pede “Um Martini. Bem grandão!”.

A série de filmes do agente 007 também o difundiu. Embora os puristas rejeitem que ele seja batido numa coqueteleira (para não mudar a textura) tal prática é conhecida entre barmen como “Martini James Bond” ou só “Martini 007”.

Bond, que anuncia há décadas a Vodka Sminorff, popularizou as ordens de “Shaken, not stirred”. Embora o autor Ian Fleming tenha consagrado Vesper como drink oficial do agente desde o primeiro livro Casino Royale.

A capa do disco de Kitahara Keni é um oferecimento de Mushishinaide
Veja também:
Receita de Vesper
A famosa Russia Libre
Rio Club Rum


[Ouvindo: Ciao – Liberace]

Liliam parece limpinha

Moça do subúrbio paulistano, Liliam cuida da mãezinha tetraplégica. Vai de metrô até o centrão trabalhar como secretária eficientíssima, daquelas que fazem hora extra com o patrão.

De noite assume outra personalidade, muito mais sedutora. Aproveita o charme para atrair velhos senhores para sua teia que invariavelmente termina em morte, seja castrando, esfaqueando, envenenando...

Á perspicaz polícia da Boca do Lixo deixa apenas uma pista. Os dizeres em batom “LILIAM, A SUJA”.

[Ouvindo: All I Can Do Is Cry – Ike and Tina Turner]

As Certinhas do La Dolce

Caroll Baker

Carbono.


[Ouvindo: Johnny Are You Queer – Josie Cotton]

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Alguém aí disse rabo?


Uau! Este filme é muito engraça... NÃO! Fora a mocinha que tem o nome de Senta Berger, é um saco!!!

E essa mania de comprar coisas obscuras pela capa ou título não é de hoje como se nota pelo VHS de Quando As Mulheres Tinham Rabo (Quando le donne persero la coda). Às vezes descubro coisas ótimas, mas às vezes me estrepo de verde e amarelo!

Só agora notei que é com o comediante Lando Buzzanca. Acho que quando assisti a isso nem sabia quem era Lando Buzzanca, nem tinha como pesquisar.

E uma dúvida pertinente é o que fazer com os VHS que já adquiri em DVD? PILHAS deles e ninguém quer nem de graça e eu tenho pena de jogar no lixo...

Veja também:
Lando Buzzanca, o Drácula italiano


[Ouvindo: We Have All The Time In The World – Louie Armstrong]

domingo, 20 de dezembro de 2009

Sorria, você está sendo filmada!

Acreditava que a platéia de um show do Robbie Williams fosse daquela fauna típica de Madonna, Beyoncé e Kylie Minogue. Os que não são bichas são brochas!

Não mesmo! Pelo menos neste que gerou o DVD What We Did Last Summer - Live at Knebworth.

90% periquitas inglesinhas em brasa total! Nem o Wando, com sua habitual chuva de calcinhas, deve ter algo semelhante.

Veja também:
Robbie Williams faz a festa


[Ouvindo: Jai Des Problemes Decidement – Violaine]

Pausa para nossos comerciais

Ai, como é difícil a vida de criança sem os mini-eletrodomésticos da Estrela!

E ta certo! Aprende-se a esquentar a barriguinha no fogão e a esfriar na pia desde pequenininha!

Muito irônico achar este anúncio numa revista feminina do começo dos 80. Transpirando feminismo, mas na hora do departamento comercial aceitar um anúncio...

E há meninas que curtam brincam de casinha, com coleção de panelinhas de plástico, coisa e tal. Tão normal quanto as gurias que ganham apelido de Maria Machadão no bairro porque adoram bater bola com os guris.

A separação de interesses pelo sexo é só mais uma das tolices dos adultos. Minha irmã teve esta maquininha de costurar a pilha e eu achava uma graça, embora nunca tenha chegado perto!

Também não via graça em correr atrás de uma bola. Tive uma de vôlei na época em que o Bernad arrasava na “jornada nas estrelas”, mas como eu invariavelmente jogava mal, não era dos que permitiam o jogo continuar.

Tinha calafrios quando ganhava carrinhos! “La vai essa velha estúpida me cobrar que eu brinque com isso!”. Talvez seja o motivo pra até hoje não saber dirigir, nem achar graça em carro.

Meu negócio era brincar de teatrinho e editar fazines que nunca saiam do rascunho. Fazer clubinhos nunca dava certo por falta de sócios, afinal, eu não jogava bola, nem brincava de carrinho.

[Ouvindo: Goldeneye - Tina Turner]

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