quinta-feira, 30 de abril de 2009

Sim! Acredito na beleza interior

Muita fé na humanidade pra caprichar no make-up desse jeito, colocar uma meia calça na cabeça, e sair assaltando por aí, né?

Irreconhecível!!! Pode ser tanto a Zsa Zsa Gabor quanto a minha avó aí que eu nem tchuns!

Não é nenhuma nem outra... Aposta comigo?

[Ouvindo: Dirty Martini – Nicholas Dodd]

Estrelas para todos os lados


E o cinema norte americano tornou-se a potência que é não foid e um dia para o outro. Thomas Edson (aquele mesmo da lâmpada) patenteou o invento, assim como a película, obrigando até os franceses, reais e históricos inventores da técnica, a lhe pagarem royalitys.

Além disso, foram espertos já em pícaras eras em apostar em dois patamares: Gênero e estrelas. Século depois, o resto do mundo ainda não percebeu isso. Veja o Brasil, um monte de gente sem filmar, mesmo com os nomes atrelados a bilheteria certa.

Fábio Júnior, por exemplo, só tem um único filme no currículo, embora signifique muitos ingressos garantidos. E ele já disse que não fez mais nada além de Bye Bye Brazil porque simplesmente não o convidaram.

Iria claro, repelir muita gente, mas num roteiro ótimo, se tornaria mero detalhe a quem se incomoda ao senhor. Fábio Júnior é só um exemplo, repito.

Hollywood investe no fenômeno fã a ponto de ao vermos o nome deles num pôster já se saiba exatamente o que nos espera. Dá vontade de assistir assim como de passar batido. Mas há astros pra todos!

Fujo de Robin Williams como o diabo na cruz. Seu personagem (indistintamente do que faça) raramente surpreende. Jogava Jeopardy, aquele programa da TV americana de perguntas e respostas, no Playstation One e era craque na categoria Robin Williams Movies, sendo que assisti a pouquíssimas coisas dele. É só chutar!

Vi essa capa da Playgirl de maço de 1979 e deu até calafrios em imaginar seu conteúdo. Mas era só entrevista mesmo.

Entre as garotas, já sugeriram Sally Field para ser uma Certinha do La Dolce, mas ela não me desce. Tem algo intragável de Regina/Gabriela Duarte na eterna Noviça Voadora.

É puro gosto pessoal! Assim como você sabe o quê, cada um tem o seu!

[Ouvindo: Didn't I Blow your Mind this This Time – Delfonics]

Pé na tábua


Velozes e furiosos! Angie Dickinson não moça de fazer cerimônia quando quer toda a potência de John Cassavetes em Os Assassinos (The Killers, 1964).

Veja também:
Bette Davis dirigindo bêbada com um Oscar no colo


[Ouvindo: Seashore Patrol – The Sellcancers]

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Lembrança do baile no Overlook Hotel


A nata da sociedade na noite de 4 de julho de 1921. "All work and no play makes Jack a dull boy".

[Ouvindo: Imitation Of Life – Earl Grant]

Pop para quem precisa


E Andy Warhol deve dar 15 voltinhas no túmulo a cada vez que se usa a palavra pop. Qualquer coisa que seja de cultura baixa é cultura pop!

A gente não reclamava de que toda música que tocava no rádio ou era pop ou rock? Tanto faz na verdade, outro rótulo pra enquadrar criaturas ou o que elas fazem.

Entendo por pop, além de uma abreviação para popular, algo que dialoga com signos usuais ao cotidiano de qualquer cidadão. Desse jeito, qualquer copo de requeijão timbrado com personagens do Looney Toones diz tanto ou muito mais do que a última adaptação de sei lá qual quadrinho pra tela grande.

Não que produtos pra massas não possam ser pop, mas antes disso tem o peso triste do que é pobre. Desprovida na maior parte do tempo de senso crítico, a “indústria cultural” fácil parece muito mais provedora de matéria prima ao pop.

Nem estudei arte/cultura nem nada, to divagando pelo que percebo, na torcida pra não estar escrevendo muita bobagem... Portanto, aberto a controvérsias.

Encontrei uma galeria online onde retirei a inspiração e as imagens para ilustrar o post. Incontáveis trabalhos fazendo proveito de boa parte do que nossa mente absorveu, sorrateiramente, enquanto ligávamos a TV nos horários diurnos.

É daqueles blogs que deixam no home centenas de posts (argh!), então, pra abrir rápido só se a sua conexão for ninja. Tenha paciência que vale a pena! Acesse clicando aqui.

Veja também:
Seu tubo
O gosto duvidoso veste gala


[Ouvindo: On The Atchison, Topeka, And The Santa Fe – Judy Garland]

As Aventuras Eróticas do Pinóquio

E quando digo que meus heróis morreram de overdose ninguém acredita! The Erotic Adventures of Pinocchio é a “romantização” de um sexplotation de mesmo nome rodado em 1971. Assim como a Disney fazia com seus longa metragens, era só ir à banca e nos depararmos com sua versão em papel.

Poderia (num mundo hipoteticamente justo) ser vendido no mesmo Box, lado a lado, ao Histórias Que Nossas Babás Não Contavam, aquele do Ody Fraga estrelado pela Adele Fátima e mais um monte de anões espertinhos. E já até disse algo parecido aqui, na ocasião em que encontrei o pôster de O Gato de Botas Extraterrestre, outro luxo da cinematografia brasileira inspirado em contos da Mamãe Ganso.

Esse Pinóquio erótico foi descoberto pelo povo clarividente do Bikini Machine entre as pérolas escaneadinhas do Temple of Schlock.


[Ouvindo: Panic in the Army – Toshiaki Tsushima]

As Certinhas do La Dolce

Ann Margret


Explosiva.


Um oferecimento retroKing.

[Ouvindo: Charrette Fantôme – Camille Sauvage]

terça-feira, 28 de abril de 2009

As muitas vidas de Leo, O Leão


Não é meu logo favorito entre os dos grandes estúdios de Hollywood, mas é inegável o charme do rugido do leão. Até choca ver a MGM não fazer na atualidade jus a seu poderio de antes.

A produtora que se orgulhava de ter menos estrelas apenas do que o céu se formou em 1924 através da associação de Samuel Goldwyn, Marcus Loew, Metro Pictures e Louis B. Mayer, acabou reaproveitando o logo com leão da Goldwyn Pictures. Ao todo foram cinco animais diferentes, sendo que em boa parte da década de 80 ele não foi utilizado.

O segundo, Jackie, entrou para a posteridade por ter aparecido na introdução de clássicos como O Mágico de Oz (1939) e porque foi o primeiro que teve seus três rugidos ouvidos pelas platéias do cinema mudo. Havia certo frenesi quando ele aparecia fazendo barulho graças a um gramofone.

Abaixo segue um gráfico com imagens mostrando a evolução do logo retirado daqui, e texto traduzido ao português por mim. Informações mais detalhadas podem ser encontradas na Wikipédia.


Veja também:
A mocinha da Columbia
Coristas da MGM
Columbia girl em momento periguete



Ideal para Martinis


Apetitosa imagem promocional de Como Consolar Viúvas, produção nacional de 1976 dirigida por ninguém menos do que José Mojica Marins sob o pseudônimo J. Alencar. Não confundir com o também sutil Viúvas Precisam de Consolo, feito três anos depois.

Desde que o Faustão nos apresentou à milenar arte do sushi erótico, numa era onde a TV tinha gana de nos mostrar de tudo, que não via nada parecido. Uma tábua de frios quente!

Veja também:
A gente não quer só comida


[Ouvindo: Chop Chop Boom – The Danderliers]

Joan Fontaine para Hammer Films


Assim como a maioria das atrizes da era de ouro de Hollywood, Joan Fontaine também apareceu num suspense psicológico da década de 60. Pérolas kitsch de gosto duvidoso, mas irresistíveis. As Bruxas – A Face do Demônio (The Witches / The Devil´s Own, 1966) tornou-se seu último trabalho no cinema.

Atriz oscarizada por Suspeita, de Alfred Hitchcock, Fontaine seguiu os passos da irmã Olivia de Havilland que apareceu em algumas produções do gênero. As mais famosas são Com a Maldade na Alma (Hush...Hush, Sweet Charlotte, 1964) e A Dama Enjaulada (Lady in a Cage, 1964).

Ela mesma, aposentada da tela grande, comprou os direitos do romance e bateu na porta da produtora inglesa Hammer, o melhor endereço para dar calafrios à platéia. O resultado não foi dos mais empolgantes, como você pode ler ao clicar aqui.

Veja também:
Bette Davis para Hammer Films
Olivia de Havilland - Boazinha?


[Ouvindo: Cowboys – Portishead]

Ladies and gentlemen:


Economia danada! Um convidado que é entretenimento garantido durante toda a festa. Não precisa nem gastar com poodles amestrados ou coisa que o valha.

[Ouvindo: Bonita e Gostosa – As Frenéticas]

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A verdadeira Marilyn


Nhá! Quando a jovem Norma Jean Baker apareceu diante do ator Ben Lyon ele imediatamente tentou alguma associação com a atriz do momento: Marilyn Miller.

Cachola funcionando a mil, veio Marilyn Monroe. Pra começo de conversa, os dois nomes começando com a mesma inicial, sinal de bom agouro. Duvida?

Ah sim! O verbete na Wikipédia em inglês pra Marilyn Miller está aqui.

PS: Quase mudando meu nome pra Miguel Mandraque! E ser feliz também com dois "M".

[Ouvindo: Iron Man – Teddy Lasry]

Todo dia era dia de índio


Ah! Mas não me conformo até hoje ter deixado passar o Dia do Índio!

Levei meses selecionando uma super galeria de fotos como esta, pra celebrar a data. Só que jurava que era em 21 de abril!!!!

Vou guardar para 2010. Aguarde mais um pouco, Rosa!

[Ouvindo: Influencia Do Jazz – Roberto Menescal]

Pausa para nossos comerciais


Revendedor Pirelli é tão bonzinho

E Katy Lira é aquela norte-americana que fez o caminho inverso do que se pode esperar para uma atriz. Deixou seu país para virar atriz no Brasil.

Fez algumas pornochanchadas picantes, mas se tornou nacionalmente conhecida graças ao seu bordão “Brasileiro é tão bonzinho” em programas humorísticos como o do Jô Soares. Pegou tão forte que acabou estrelando campanhas publicitárias como esta.

No auge, participou de editorial sobre penteados para réveillon de 78 da revista Manchete ao lado de divas como Sônia Braga, Vera Fisher e Sandra Bréa. Veja clicando aqui.

Só que no Brasil comediante com bordão famoso é como jogador de futebol, celebridades instantâneas que se sucedem a cada nascer do sol. Tai o famigerado Zorra total que não me deixa mentir.

A última vez que vi Katy Lira na TV foi no limbo dos humoristas, aka A Praça é Nossa. E ainda repetindo “Brasileiro é tão bonzinho”...

Um oferecimento, Betão, O Pornochancheiro por e-mail

[Ouvindo: É Bom Para O Moral – Rita Cadillac]

domingo, 26 de abril de 2009

O seu é com creme?


E nunca houve capa de LP famoso que não tenha sido homenageada algumas outras vezes. Esta foi a vez de Herb Albert - Whipped Cream & Other Delights no auge da black music dos 70.

Uma delícia! Para ver o original, clique aqui, e muitas e muitas outras capas de disco boas, aqui.

Um oferecimento Farbor Sid

[Ouvindo: Friendly Loans – The Marcels]

sábado, 25 de abril de 2009

Sangue tipo B

Não repare na vibe WilyKit! Velana é a vampira do espaço sideral definitiva. Zé Gotinha de Sangue!

Queen of Blood deve ter batido de frente nas (aham...) bilheterias com Planeta dos Vampiros na metade dos anos 60. Aquele do Mario Bava com a nossa estrela Norma Bengell.

[Ouvindo: Dance Dance – Salma Agha]

Garotas de Vertigo após 39 anos


Antes que alguém diga “Uau, como Barbara Bel Geddes ta um caco perto da Kim Novak”, há uma diferença de onze anos entre elas. Estas imagens são dos depoimentos que deram ao documentário "Obsessed with Vertigo" de 1997, ocasião em que o clássico sofreu uma forte restauração.

Digo “sofreu”, porque me parece danoso alterar um filme como Um Corpo Que Cai (1958) à tecnologia recente. Não lembro da maioria dos efeitos sonoros, ou ficaram estridentes em 5 (!!!) canais.

Hitchcock sempre teve um cuidado primoroso com os mínimos detalhes, pra carinhas do futuro precisarem arregaçar as mangas e mudarem tudo... Triste!

E nunca associei a solicita estilista de Vertigo com a velhinha boa praça de Dallas. São a mesma pessoa!

Ainda por cima, como assistia as peripécias de J.R. quando eu era muito pequeno, trocava as bolas entre atriz e personagem. Achava até hoje que ela tinha morrido num acidente de helicóptero naquele tempo. Barbara Bel Geddes faleceu em 2005.

Veja também:
Trilogia Evil Dead, vivos!
Curtindo a Vida Adoidado 22 anos depois
Aquela que comeu o pão que Hitchcock amassou


[Ouvindo: Cinque Bambole – Piero Umilani]

Natália Barbosa, a garota do Fantástico

Assista a este vídeo pinçado de Fogo No Rabo com a languida e polivalente Natália. Belíssima mas que infelizmente não teve a mesma sorte, ou deu tão certo quanto, Paula Burlamaqui.

Ao que tudo indica, Paulinha foi a única entre tantas candidatas todo santo domingo a sair das praias escaldantes em tons cítricos direto pras novelinhas da Globo. Teria Natália, pelo menos concretizado o sonho de ter dois filhos, Daniele Aparecida e Cleverson Carlos?

Veja também:
Dona Valquíria, a orgulhosa mamãe de Carlos Alberto
Débora Bloch é Katy Machone


[Ouvindo: Greensleaves and All the Jazz – Quincy Jones]

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Peggy Bundy num típico dia duro


Sabe a Amélia? Aquela da música de Mário Lago? A esposa de Al iria dar uma coça na fulana e ainda lhe ensinaria a ser mulher de verdade!

Há uma coisa em comum entre elas. Acham graça passar fome ao lado dos seus homens. Com um ovo e pouquinho de orégano Peggy faz omelete pra cinco!

[Ouvindo: Une Idée Saugrenue – Yasuo Sugiyama]

Related Posts with Thumbnails