terça-feira, 30 de setembro de 2008

Saiba como identificar porcarias

O Boca do Inferno fez um teste no estilo Revista Capricho pra você não ir à locadora totalmente desprevenido, né? Sinopse, diretor, capinha, etc., tudo pode mostrar com antecedência o tamanho do abacaxi cinematográfico que se está levando pra casa... Clique aqui.

[Ouvindo: Moon River – Andy Williams]

sábado, 27 de setembro de 2008

Paul Newman
26/01/25 – 26/09/08

Vá ao cinema na Polônia

Pelo visto, poloneses são imbatíveis na hora de contar a seu modo pôsteres de filmes americanos.

Alguns são verdadeiras obras primas, outros, como no caso de A Mosca...

Isso é que é brincar com as expectativas da platéia!


Há alguns outros posteres poloneses no Shoot the Projectionist.

[Ouvindo: Datemi Un Martello – Rita Pavone]

Abra suas asas...

Se não me engano, e a preguiça me permitisse ir procurar, Hipoppotamus era uma badalada discoteca carioca. Claro que pelo modelito da mocinha fado é que não deveria rolar ali...

Falando em “rolar ali”, peço sua inestimável ajuda para uma dúvida que atualmente me corrói. Se o disco se chama Hipoppotamus, Rock, Funk, Reggae & Other Things, quais seriam as outras coisas que ali havia?

Tô analisando bem a imagem pra ver se tem alguma pista. Deixa eu ver... Casa noturna... Rio de Janeiro... 70's.... Asinhas nos pés... Óculos de sol no espaço sideral...


[Ouvindo: Inventaire – Ludivine Sagnier Et Louis Garrel]

As Certinhas do La Dolce

Valerie Leon

Blasé.

[Ouvindo: East Virginia – Joan Baez]

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Nepotismo Burtoniano

Tim Burton sempre se cercou de quem pessoalmente gosta na hora de fazer seus filmes. Além das amadas Lisa Marie e Helena Bonham Carter, seu cachorro de estimação Poppy trabalhou no cinema duas vezes: Ed Wood (idem, 1994) e Marte Ataca! (Mars Attack!, 1996).

Casada com o diretor na época de Marte Ataca!, Lisa Marie explicou ao jornal Sunday Times que até testaram outros cachorros, mas o Poppy saiu-se melhor, além de ter se dado muito bem com a parceira Sarah Jessica Parker.

O chihuahua, achado no Japão enquanto o casal passeava com amigos, imediatamente foi adotado como filho. Apaixonados como pais babões, disseram acreditar piamente que ele falava. A pergunta óbvia do jornalista foi se estaria satisfeito em entrar para o seleto grupo de Lassie, Benji e outros famosos de quatro patas. “Não! Nem um pouco, mas fez por nós!”.

Dramaticamente, Poppy morreu em 2000, justo quando se separaram, o que deve ter dado mais bode ainda. Burton teria declarado sua intenção em ser enterrado ao seu lado, se os donos do cemitério permitirem.

Um dos momentos mais emocionantes em A Noiva Cadáver (Corpse Bride, 2005), é quando Victor reencontra seu cãozinho Scrap no além-vida.



[Ouvindo: Johnny – Luni]

Coristas da MGM


Pela profusão de platinadas, dá pra chutar ser uma foto da década de 30, período onde Jean Harlow meteoricamente reinou como a loura da vez.

Entre a década de 30 e 40, Metro-Goldwyn-Mayer foi o principal sinônimo de tudo o que havia de mais glamoroso em Hollywood. Aliás, aquilo era Hollywood! Parte do que sobrevive em nosso imaginário foi plantado naquele período.

Na biografia “Elizabeth Taylor – Uma Paixão Pela Vida”, Donald Spoto descreve a MGM do final de 1940 de forma quase babilônica. Mais de uma dúzia de filmes estavam sendo produzidos, e os 117 acres, segundo lembrava Liz em sua primeira visita ao estúdio, estavam “lotados de gente – pessoas vestidas como gregos, como caubóis, como macacos, além de estrelas de cinema de verdade”. Eram 140 construções e 30 estúdios de som; 4 mil funcionários trabalhavam seis dias por semana. Maquiagem era aplicada a 1.200 atores por hora e supervisores de guarda-roupa vestiam 5 mil pessoas todos os dias. Três mil metros de filmes eram gravados todos os meses.

Nem dá pra imaginar quantas destas mocinhas estavam sonhando em sair da sombra do enorme coro de um musical qualquer para entrar no primeiro time das starlets. E a MGM era o lugar certo. Autodenominava-se orgulhosamente como o estúdio com “constelação apenas menor do que o céu”.



Mensagem subliminar

E depois há quem diga que os desenhos de hoje em dia é que são muito fortes...

[Ouvindo: Alem do Amor – Vinicius de Moraes e Odete Lara]

Façam suas apostas

Deu na coluna da Fabíola Reipert de ontem:

Se não for como se espera, pode ter certeza que será o fim de uma era! E não foi outro dia que estávamos discutindo aqui mesmo, neste blog estritamente familiar, os atributos da senhora Ohana?

Ohana arranha a jarra... O Pornochancheiro Betão deve estar começando um abaixo-assinado, né?

Pra quem tem mais de 18 anos e perdeu suas fotos na Playboy, um verdadeiro mito dos anos 80, mais até do que a loira do banheiro, tem nesse elegante link. Por sua conta e risco!


[Ouvindo: I Love Those Men – Betty Garrett]

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Roda a roda

Quem seria a professorinha primária estúpida o suficiente a ponto de compor “Atirei o Pau no Gato”?

Ruim também é aquela versão politicamente correta: “Atirei o pão no gato-to, mas o gato-to, não comeu-meu-meu...” E juro que já vi a capinha de um pornô que se chamava Me Atirei no Pau do Gato! Wow!!!

A melhor canção de roda provavelmente nunca foi gravada. Descambava num joguinho pra colocar à prova a sexualidade dos meninos que insistiam em brincar de roda.

”Gretchen, Bolete,
Pisa no Chiclete,
Quem se mexer vai imitar o bumbum da Gretchen!”


Imediatamente todos tinham quem ficar estáticos. Quem errasse ia ao centro da roda, colocava as mãozinhas na cintura e saía rebolando enquanto o resto cantava o Melo do Piriri.

Ainda atestava o poder da Gretchen entre as pobres criancinhas da primeira metade dos anos 80. Os pequenos sempre ávidos ao que o mundo tem de mais freak.


[Ouvindo: Go-Go's – Beatnik Beach]

Vídeo: Vale tudo com Carla Camurati e Vera Zimmerman

Momento “de dia é Maria”... Com beijo na boca! Preste atenção ao clone da Simone que se mete entre elas e acaba levando um sopapo da Vera Gata. Pow! Gente coisa é outra fina!

Este pedacinho de Onda Nova (1983, José Antonio Garcia e Ícaro Martins) ainda tem Tânia Alves, com seu habitual jeito simplório de ser, cantando, lógico, Vale Tudo. Clique na imagem para assistir.


[Ouvindo: Do The New Continental – The Dovells]

A verdade está lá fora

Não sei que tipo de complô governamental foi armado, mas nunca mais se ouviu falar do chupa-cabra, né? Assim como surgiu, foi-se!

E não duvido de nada até que se prove o contrário! Já vi com esses olhos que a terra vai consumir óvnis e até Totoros....


[Ouvindo: Female Trouble – Divine]

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A garota dos Alpes

Heidi era uma garotinha órfã que vivia nos Alpes Suíços com o avô e o amigo Pedro. Juntos iam felizes pastorear cabritinhos, e se deliciavam comendo pão de leite. Em dificuldades econômicas, vai morar na cidade grande para ser dama de companhia da deficiente física Clara. Passou a morrer de saudades da vida simples...

Com traços do mestre Hayao Myazaki (de A Viagem de Chihiro), o animé é uma co-produção de 1974 da Alemanha e Japão, conseguindo muito êxito em diversos países. Seu mangá foi um dos primeiros a ser traduzido para várias línguas em fascículos que mais tarde eram encadernados.

No You Tube a abertura original com a maioria das tomadas assinadas por Myazaki.


[Ouvindo: Todo Menino – Roberto Ribeiro]

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