segunda-feira, 30 de junho de 2008

A difícil arte da vida doméstica

Quem inventou que se deveria trabalhar usando camisa não sabia, com certeza, o que é passar a ferro! Uma das poucas coisas nessa vida onde a prática não leva à perfeição!

Labute você em um escritório, ou vendendo enciclopédias de porta em porta, sabe que depois que ela for lavada pela primeira vez, sua camisa jamais será a mesma.

Este site (ricamente ilustrado!) tem algumas dicas de como passar roupas, pelo menos de maneira menos traumática.


[Ouvindo: Te Quiero Dijiste – Nat King Cole]

O estranho mundo de Fred Einaudi

Fred Einaudi é um artista plástico norte americano com 37 anos. As obras (a óleo) desconcertantemente belas parecem ser tudo o que gostaria que se soubesse sobre ele. Na biografia de seu site não há mais do que o óbvio à qualquer ser humano. Nasceu em 1971, pinta em 2008 e em 2154, com sorte, será um esqueleto qualquer. Claro que suas telas devem ir muito mais além...

[Ouvindo: Look Into the Flower – Jimmy Caravan]

As Certinhas do La Dolce



Jaclyn Smith

Favorita.

[Ouvindo: You Were Meant For Me – Gene Kelly]

domingo, 29 de junho de 2008

A palavra é: BULLYING


… E assim, Brenda Walsh, moça pura (mas nem tanto) vinda do interior, logo no seu primeiro dia de aula ganhou a amizade altruísta de Kelly Taylor, a garota mais popular da West Beverly High School. Sorte dela, azar da gordinha que deve ter ido sentar com algum xicano solitário no fundo da classe.

Veja também:
  • Uma ternurinha chamada Shannen Doherty
  • A palavra é: TROTTOIR


  • [Ouvindo: Amor – Secos e Molhados]

    sábado, 28 de junho de 2008

    Maconha power em vinil, compacto e K-7

    Não creio que estas capinhas cheias de referências à erva danada eram comercializadas livremente em qualquer loja. Droga por droga... Pouco crível também é que o conteúdo fosse originalmente destas embalagens. Repare que alguém rabiscou com uma caneta bic obscenidades na terceira capa. Que barato é esse, pô? Tudo magiclick?

    [Ouvindo: Zombi 2 - Main Theme – Fabio Frizzi]

    Louella Parsons e Hedda Hopper
    As rainhas do mexerico

    Na imprensa da era clássica Hollywoodiana não tinha pra ninguém! Louella Parsons e Hedda Hopper tratavam de deixar as tietes a par de cada passo de seus astros favoritos através de colunas republicadas em jornais de costa a costa dos EUA.

    Inimigas declaradas, chegaram algumas vezes quase às vias de fato. Disputavam quem possuía o chapéu mais espalhafatoso, além, claro, as notícias mais frescas. Notícias ou as mais maldosas fofocas, chame como quiser...

    Uma das formas de passar a perna na concorrente era fazer uma espécie de apadrinhamento com alguns astros. Quando a senhora Sara Taylor, frustrada ex-atriz, tentou lançar sua pequena Elizabeth como uma espécie de nova Shirley Temple com beleza semelhante a da Vivien Leigh, foi na porta de Hopper que foi bater.

    Mais tarde a colunista declarou este fato como um dos momentos mais constrangedores de sua vida, com aquela mãe ambiciosa obrigando a pequena criança de uns 8 anos a cantar e sapatear sem ter a mínima aptidão ao estrelato.

    Já famosa, era a ela quem Liz Taylor ia “confidenciar” os acontecimentos de sua atribulada vida pessoal, com inúmeros casamentos e separações. Não havia método mais eficaz de promoção.

    O estilo de texto se diferenciava porque nada era escrito como se fosse fofoca, mas conselhos de velhas senhoras à vida pessoal das jovens estrelas e, portanto inexperientes.

    Louella Parsons era bem mais ferina do que a adversária, até porque não teve uma carreira diante das câmeras. Hopper foi atriz da fase muda do cinema e de algumas produções sonoras. Há pelo menos dois filmes com ela lançados em DVD no Brasil: O horror A Filha de Drácula, parte da série de monstros da Universal da década de 30, e no papel dela mesma em Crepúsculo dos Deuses de Billy Wilder. Quando a musa Norma Desmond (Gloria Swanson) pira de vez aparece imediatamente telefonando ao jornal.

    Ao fim do casamento com o astro das matinês Willian DeWolf Hopper, transformou-se num tipo de socialite de Hollywood. Aos cinqüenta anos, com papeis escassos direcionou-se a um programa de rádio por dois anos relatando os fatos e as pessoas que conhecia, e depois à imprensa escrita. Estamos falando de 1938!

    Ambas irritavam, mas todos compreendiam que ser citado ou aconselhado neste tipo de coluna podia ser muito útil pra não cair no ostracismo. Um dos poucos casos de processo (ganho!) de calúnia e difamação foi justo o do ator inglês Michael Howard Wilding, segundo marido de Liz Taylor, contra Hopper. Sua antiga amizade com outro ator foi inúmeras vezes mencionada em sua coluna como caso amoroso.

    Cary Grant também foi citado como gay, mas o ator de Intriga Internacional era tão célebre na indústria do cinema que tais declarações não arranharam sua imagem sexy diante das fãs. Mas não se engane! Se na imprensa tinha uma postura que poderia ser considerada homofóbica, particularmente era considerada simpatizante a muitos, mantendo amizade com gays e lésbicas sem jamais tocar no assunto publicamente.

    Ainda na década de 50 abraçou sutilmente a causa comunista em plena caça às bruxas hollywoodianas, indo, portanto mais além do que sua rival Parsons, restrita aos boatos cinematográficos.


    Pausa para nossos comerciais

    Boka Loka. A Loucura continua.

    Esse batom foi uma grande sacada de marketing em 1985. Na novela das sete, TiTiTi, o costureiro Victor Valentin lançou o produto com poderes afrodisíacos. Era usar e pronto! Todo mundo queria beijar. Na verdade o super poder era simplesmente ter durabilidade de 24 horas. Nada que quem conhecesse as primeiras levas de muambas paraguaias já não tivesse experimentado, junto com relógios calculadora e as pleonásticas calcinhas cheirosas.


    [Ouvindo: L'Amore Se Ne Va – Carmelo Pagano]

    ”Mas isso passa logo, doutor?”


    Jeff Goldblum em A Mosca, 1986.


    [Ouvindo: Riot In Thunder Alley – Eddie Beram]

    quarta-feira, 25 de junho de 2008

    Quando estrelas enxergam luz

    Antes das ex famosas aderirem a religiões evangélicas, procuravam ajuda nos astros, e óbvio, não deixavam de compartilhar isso com os reles mortais em livros. Sempre fui favorável de que as livrarias tivessem uma seção intitulada “Letras Grandes e Palavras Fáceis”.

    Para Viver Em Paz - O Milagre da Mente Alerta
    Prefácio e Tradução de Odette Lara
    De beleza classuda ao estilo Lauren Bacall, Odette Lara é uma das poucas musas brasileiras legitimamente cinematográficas. Em 1983 fazia 10 anos que deixara a carreira quando disponibilizou em sua língua os ensinamentos do mestre budista Thich Nhât Hanh. Não foi a primeira fez que atacou de escritora, tendo sido uma das poucas atrizes do Brasil a escrever uma autobiografia, com o sugestivo nome “Eu Nua”.

    Em Busca do Eu/Minhas Vidas/Dançando na Luz
    Shirley MacLaine
    De todas, Shirley MacLaine, a irmã famosa de Warren Beatty descoberta por Hitchcock, é a mais bem sucedida. Tendo praticamente agarrado o filão “auto-ajuda” bem antes de ser moda, suas publicações tornaram-se Best sellers no mundo todo, Minhas Vidas inclusive virou filme para a TV americana. Espécie de referência para donas de casa a fim de entrarem em contato com o além está para o misticismo do mesmo jeito que Jane Fonda e seus vídeos estão para o fitness.

    Peregrina – Meu caminho no Caminho
    Baby do Brasil
    A telúrica Baby Consuelo em fase cósmica total trocou de nome ao fazer o Caminho de Santiago. O mais engraçado das 202 páginas que cometeu é que Shirley MacLaine aparece quase como personagem secundária em todos os capítulos. É a única em transpassar as tendências citadas no começo deste post. Atualmente brada louvores a Jesus numa destas igrejas evangélicas da moda. Se ela olhar para seu livro e gritar “Tá amarrado!” pode apostar que farei eco...

    [Ouvindo: Andanças – Beth Carvalho e MPB4]

    Premiere, março de 1997

    E não se engane! Estas imagens do Tim Burton e da Lisa Marie, um dos casais mais bacanas de Hollywood, só estão aqui pra tentar conquistar o cativo público do Leão Lobo ou da Sônia Abrão... Atualíssimo que sou, sei que casais desfeitos dão ibope!

    [Ouvindo: My Pledge Of Love – Joe Jeffrey Group]

    terça-feira, 24 de junho de 2008

    Receita de gaspacho

  • Tomate
  • Pepino
  • Pimentão
  • Cebola
  • Um dente de alho
  • Azeite
  • Sal
  • Vinagre
  • Pão dormido
  • Água
    Bata tudo no liquidificador. O segredo é misturar bem.


    [Ouvindo: The Party – Henry Mancini]

  • Elizabeth Taylor vai às compras


    Essa foto correu o mundo ontem porque mostra Liz Taylor, a mega (e eterna) estrela Hollywoodiana indo às compras pro verão.

    Ao contrário do que se esperaria seu destino não é uma loja chique da Fifth Avenue (ui!), mas sim o point dos modernosos, a loja do tatuador Ed Hardy na Melrose, Califórnia!!!

    Agora, cá pra nós, nem dá pra comentar as circunstâncias em que a atriz se encontra para ir a tal local, porque isso até já postei, lembra? Faz pensar o quanto a associação de um famoso a uma marca pode fazer milagres.

    Comentou-se pra chuchu o mega cachê da Gisele Bündchen no SPFW. Mas se não fosse essa bufumfa toda nem tomaria conhecimento de que a Colcci deixou de ser roupa baratinha ou de que a semana da moda de São Paulo já tá aceitando qualquer coisa.

    Esse Ed Hardy então, pode ser famoso pras negas dele, tão pouco sabia quem é até agora há pouco! Dá uma olhada no site oficial dele e veja que roupitchas assombrosas! Jesus!!! Minha tia Edilaine, A Solteira, mandou pro bazar da igreja ainda esta semana um monte idênticas. Da época em que ela queria ir à discoteque e meu avô não deixava...


    [Ouvindo: That Memphis Thing – John Phillip Soul & His Stone Marching Band]

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